
Eu rio quando devo e quando não devo – principalmente este último é mais freqüente. Prefiro afirmar que rir é ótimo quando é bem recebido. E quando não é?
Rio quando estou nervosa e, principalmente, em filmes de comédia e programas televisivos. Tem coisa melhor do que rir quando estamos tristes?
Estava no ônibus do Prata chorando e tal, quando começa o filme “Tratamento de Choque”. Coitado dos outros passageiros, porque ri o filme inteiro – se bem que não fui somente eu, porque o Adam Sandler está realmente hilário.
Mas é bem melhor rir na “vida real” – tipo quando alguém tropeça no meio da rua, ou quando seu amigo conta uma piada tosca, porém no momento certo.
Já ver filme de comédia comigo é um saco: depois de meia hora ainda estou rindo da mesma cena...
Agora, um top 5 básico – momentos mais engraçados da TV:
5) Silvio Santos caindo na água no Topa Tudo por dinheiro;
4) Top Top da MTV piores cabelos;
3) A Sol do BBB cantando a música “We are the world”
2) O Boça do Hermes e Renato (além da saga “Merdas Acontecem”, com o João Gordo)
1) O cara cantando a música do Rei Leão no ÍDOLOS (o fenômeno do Sbesteira – se bem que vem do American Idol...)
É...esse semestre de televisado da minha faculdade está mexendo com a minha cabeça....eu odiava televisão!
quinta-feira, abril 27, 2006
Rs
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Tatiana Aoki
às
16:51
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terça-feira, abril 25, 2006
Ídolos
Como é bom assistir ídolos...
O melhor foi o cara cantando Rei Leão - eu chorei de tanto rir!
Outras pérolas:
- O barítono cantando a música do Molejo
- O de óculos chamando o Miranda de Cocô
- A mina cantando Xuxa
- E o outro desmaiando - e uma poça nas axilas dele...
esse programa, juntamente com Top Top, deixa minha vida mais feliz e tosca...
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Tatiana Aoki
às
11:15
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quinta-feira, abril 20, 2006
Saudosismo
Eu sei que estou escrevendo demais de uma vez só, mas é que estou realmente inspirada...
Amanhã eu volto pra sampa, e isso me incomoda. Antes só tinha necessidade de voltar pra big city uma vez por mês. Hoje eu tenho uma saudade insana da minha velha vida pelo menos a cada 15 dias. Ou seja, tenho que voltar a cada 15 dias senão começo a ficar deprimida.
É saudades de ir na casa do Kina e de conversar sem parar com ele, ver a Midori e o Gustavo, de ir na Marcela e ver que a casa dela é o point das minas da Jaci, de irmos na Vila Madalena, conhecer um monte de gente todo dia e chegar em casa depois da 5 da madruga - e meu pai surtar por isso...
De andar com o Rod pelas ruas paulistanas, de conversar as coisas mais bizarras com ele, de ver a Paty e rever as AFP´s (será que esse termo ainda existe?)...
De ir no Hortifruti e comer as frutinhas deliciosas e mega caras, de andar de metrô, de usar o bilhete único...
De assistir TV paga, de ouvir Kiss FM, Brasil 2000 e afins, de ver um monte de gente com Ipod na rua, de observar que a poeira de sampa não é marrom como a de Bauru, e sim cinza.
De ver que, quanto mais tempo você conhece seus amigos, mais eles te conhecem...
De conversar com os amigos do meu pai - e me sentir confortável mesmo assim.
Seá que eu aguento mais dois anos em Bauru?
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Tatiana Aoki
às
18:13
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Tem outro post aqui embaixo
eu tô inspirada, e vou postar de novo...
tava lendo os posts velhos...
meus olhos lacrimejaram em uns, dei risada em outros....
PQP, esse blog já tem mais de um ano! e eu nem percebi...
sempre esqueço que existem datas comemorativas.
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Tatiana Aoki
às
17:57
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Saúde de ferro enferrujado
Tem coisa pior do que estar com a saúde estragada? Dor de amor, ficar sem grana?...Pior que não tem. Estou com vários probleminhas de saúde...não irei morrer em breve, para alegria de uns ou até mesmo tristeza de outros, mas não estar com a saúde em perfeitas condições realmente incomoda.
Em uma noite de ventania em Bauru fiquei pensando: e se eu morresse daqui a pouco, pouquíssimo tempo? Nunca havia pensando nisso antes, só havia pensado no jargão "e se você morresse amanhã?", e tal.
Pensei, pensei...na verdade eu não sei o que faria. No máximo acho que pegaria uma grana ferrada do banco, gastava tudo em viagens, com os amigos e familiares e depois não pagava. Morri mesmo...pior é se eu não morresse. Eu tinha que ter o atestado de óbito em mãos pra fazer tamanha loucura.
A questão é que minha saúde nunca foi de ferro, só que eu não sou frágil assim, sou? Quanto tempo será que irei viver? Por que diabos eu não tomei leite quando criança?
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Outras dúvidas, antes de o laboratório fechar:
- mudo ou não mudo de casa?
- viro ou não vegetariana?
- tinjo ou não o cabelo (de novo)?
- coloco o piercing no queixo? (esse meu pai vai surtar)
- faço check-up geral na minha saúde podre?
- páro ou não páro de usar o meu aparelho móvel?
- vou ou não vou ao show do Echo?
- páro ou não páro de estudar feito uma nerd insana e entro para o mercado de trabalho?
- céus, quantas dúvidas...
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Tatiana Aoki
às
17:25
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terça-feira, abril 04, 2006
O Carteiro e o Poeta
Estou com um sentimento terrível neste exato momento: a droga da saudade. Passei o fim de semana inteiro lendo, lendo, lendo. Estava dando uma volta pelo Geisel e resolvi parar na locadora. Aluguei um filme que minha mãe sempre falava bem: O Carteiro e o Poeta. No meio do filme me bate uma tristeza...ao ver a cena da bicicleta, lembro de mim andando de bicicleta em Suwa no meio da neve, um frio insuportável, que no entanto me fazia aproveitar o momento como se ele fosse único, como se nada existisse além disso. Nessas voltas que eu aprendi a gostar de Sonic Youth e suas músicas depressivas, reflexivas e revoltosas.
Estou com tantas saudades e não sei direito do quê. Quando vim de São Paulo para Bauru também larguei a família e os amigos, contudo não fiquei do mesmo jeito, aliás, adorei imediatamente a minha nova vida universitária. Mas eu simplesmente não sei o que acontece comigo. Tenho vontade de reviver tudo de novo no Japão, estou com uma saudade incontrolável de ir à Alpen e experimentar todos os tênis da Adidas e os casacos da Puma. De sentir tanto frio que dá até preguiça de ir ao banheiro; de beber água gelada sem precisar colocá-la na geladeira. De comer o arroz japonês preparado pela minha mãe...
Todos dizem: é normal, você estava com a sua família e tal. Eu sei que não é isso.
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Tatiana Aoki
às
09:34
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