quarta-feira, outubro 31, 2007

Por uma TRiz treza

Fazia tempos que eu não chorava como chorei hoje. Pudera: junta tristeza, TPM, medo e etc – ataques de choro na certa. Eu não consigo chorar “mais ou menos”, tipo quando minha mãe, ao ver novela, chora: algo como “lagrimas de crocodilo”. Eu choro pra valer! Não tenha medo, essa é uma das sensações mais plenas e fortes: de tão ruim, você expele o sentimento em forma de lágrimas.

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Sabe o que é pior? Chorar e ouvir música deprimente. Não tem coisa pior do que isso! Mas eu, como todo masoquista, não agüento e coloco a musica da depressão. Claro que cada momento e situação têm sua música da depressão. Mas eis meu top 5 deste momento “tristeza”:

- Changes – Black Sabbatth
- Precious – Depeche Mode
- Sometimes – My Blood Valentine
- Whit a Little Help from my friends – Joe Cocker
- What it is - Mark Knopfler


….. PQP hoje é aquele maldito jogo do São Paulo! Não poderei curtir minha bad em paz?

segunda-feira, outubro 29, 2007

A verdade do Tim Festival

Postei várias coisas juntas. É que vou postar, rapidamente, a real do Tim Festival, sem linguagem jornalística, como o post anterior.

Saldos finais:

- as duas bandas que abriram, Hot Chip e Spank, são melhores do que The Killers e, especialmente, Arctic Monkeys e Juliette and the Licks.

- dou três anos para ninguém mais se lembrar de Juliette and the Licks (volta pro cinema, Juliette).

- dou no máximo, estourando, 4 anos para ninguém lembrar de Arctic Monkeys.

- quanto ao The Killers, dou cinco anos para vê-los tocar em algum cassino de Las Vegas por 1000 dólares a noite.

- a Bjork é sensacional, mas não sabe escolher repertório para Festivais. Faltou mais Post e Verpertine.

- nem tinha tanto indie assim no Tim. Tinha gente com camiseta do Pink Floyd, além de tiozinhos. Provavelmente, para ver a Bjork.

- a Juliette é uma poser. Cante mais, role menos no chão.

- Arctic Monkeys, muito estáticos. Tocar e cantar com aquela vontade...prefiro pegar o cd e deixar rolar.

- como eu fiquei na grade no show da Bjork, me perdi de todo mundo que estava andando comigo. Fiquei sem celular, o maior desespero. Mas liguei para o telefone da minha irmã usando celular de desconhecidos.

- tem gente que eu conheço que entrou na Área Vip (a escória dos Festivais) na miúda. Né ......?

Um congresso pela coxinha

A pedidos (não é Lara?), vou escrever rapidamente sobre o melhor Congresso da Unesp: o CIC, Congresso de Iniciação Cientifica da Unesp, realizado nos dias 25 e 26 de novembro.
A minha área, de Humanas, aconteceu em Araraquara.
Depois de lead burocrático, vamos ao que interessa: as coisas bizarras que aconteceram durante esses dois dias.
Eu, a Verônica e a Lara (personagens principais da trama. Conto por quê: além de fazermos pesquisas juntas no mesmo grupo, somos amigas) chegamos à Unesp às 4:40 da madrugada. Esqueci, a Lara não. Ela acordou atrasada e chegou de mototaxi, molhada de chuva.

Chegamos ä cidade de Zé Celso, morrendo de sono. A viagem de três horas até que foi rápida, considerando que todos no ônibus roncaram do começo ao fim da viagem.
E em Araraquara começa a confusão, porque estávamos todos com fome, sede, etc. Acontece que todos os 500 participantes de todos os campi da Unesp estavam com fome também.

Ainda bem que tinha o famoso coffee-break (por que a universidade pública adotou esse estrangeirismo ridículo? Não entendi) para alegrar a galera. E o coffe-break era estranho: tinha coxinha, quibe, torta de frango e laranjada. Não, eu não quis dizer que era um coffee-break de pobre, mas vocês não perceberam que coxinha, quibe e torta de frango não são alimentos a serem consumidos às oito da manha, são?
Enfim, mas a fome era grande, justificável. E os garçons foram literalmente atacados pelos estudantes que queriam comer.

Eu e minhas companheiras temos de admitir que, logo após a comilança (comi três coxinhas e um pedaço de bolo), voltamos ao ônibus para dormir. Justificativa: estava chovendo, frio, sono, e um pouco de desinteresse.

Acordamos, enrolamos um pouco pelo campus, e fomos almoçar no RU. Já desanimou, porque tinha uma fila de 40 minutos para comermos a seguinte refeição: espetinho de frango, polenta esquisita, arroz azedo, feijão sem tempero, um monte de tomates. E só.

O que os congressistas pensaram? “A comida do almoço é ruim, não vai ter janta incluída. O que fazer? Comer um monte de coxinhas no coffee-break!”.
Eu pensei isso, pelo menos. Acontece que não fui a única a pensar desse jeito. Às três da tarde, outro coffee-break. E o ataque às coxinhas foi mais violento: os garçons mal podiam passar que eram atacados pelos devoradores de coxinha. Dava para ver a irritação dos garçons diante da selvageria provocada pelos universitários.

Depois de um dia chato, fomos ao alojamento. Umas 350 pessoas para um chuveiro quente. Fiquei mais de uma hora na fila para tomar uma ducha com vários besouros voando em volta de mim.

Como ninguém é de ferro, eu, Verônica e Lara fomos tomar uma cerveja com amendoim frito e gorduroso. Conversamos sobre nossa pesquisa, astrologia, e etc. Fomos dormir, porque no dia seguinte teríamos de acordar às seis da manhã.

Acordamos, e o cardápio do café da manha? Pão com manteiga genérica, laranjada, bolo de caixinha e café azedo.
Ninguém comeu com vontade, imaginando que o coffe-break nos alimentasse devidamente (a Lara não pensou isso, porque ela é vegetariana. Aliás, parabéns à organização por fazer tudo com frango. Com certeza fizeram um acordo com um frigorífico para a alimentação do CIC, dispensando os vegetarianos).

Chegada a hora, uma surpresa: seguranças ao lado das mesas, para evitar que os estudantes se aproximassem antes de os garçons terem servido tudo. Palavras do segurança: “a gente vai gritar JÁ quando estiver liberado. Aí vocês vão poder disputar entre vocês”.

Parecia mais uma cena do Animal Planet. Animais famintos esperando atacar a presa (a coxinha, no caso). Ao soar do sinal, o ataque a coxinhas, torta de frango, quibe sem carne moída (como eu disse, o contrato com o frigorífico não incluía carne, obviamente) não durou mais de 1 minuto.

Nesses dois dias de vandalismo, eu, com minha destreza, só consegui pegar uma coxinha nesse último coffe-break. Mas teve gente que comia três salgados de uma vez, mordia um pedaço de bolo e segurava um copo de suco, tudo junto. Para não perder a boquinha, claro.

Após esse saldo alimentar tão negativo – ainda mais comparado ao Congresso de Extensão que eu tinha ido semana passada -, veio a boa: o trabalho da Verônica foi considerado um dos dez melhores!
Nossa pesquisa rendeu frutos!
Ah é, o parecerista da Fapesp curtiu também o nosso trabalho. Mas eu ainda não li o parecer, portanto, não posso comentá-lo.

Atrasos e shows rápidos marcam apresentações do Tim Festival




O calor daquela tarde de domingo estava beirando os 30 graus - mas parecia mais de 35 graus na arena Skol, local em que foi realizado o dia principal do Tim Festival deste ano. O início, marcado para as seis e meia da tarde, se deu tranquilamente, sem maiores atrasos.
Começa com Spank, grupo norte-americano que mistura rap com música eletrônica. A banda estava bem articulada e apresentou um show curto, mas bem interessante, daqueles que vale a pena baixar o álbum para conhecer melhor.




Meia hora depois, e entra o grupo britânico Hot Chip, com seu vocalista de voz andrógena e seus integrantes animados, que procuravam interagir com o público. A apresentação foi marcada pela música eletrônica aliada ao rock, mostrando no palco uma banda promissora, que não fica nem um pouco atrás das próximas e esperadas atrações. Os integrantes chegaram a afirmar que os paulistas são "bem melhores" do que os cariocas, uma maneira de alimentar a rixa regionalista e de prender a atenção dos presentes, que ansiavam pela próxima atração: Bjork.

A demora na montagem de palco, somada à música ambiente (provavelmente uma banda do Japão com um som digamos, um tanto destoante do clima do Tim), gerou certo desconforto para os presentes. No entanto, lá estava ela, às nove e meia da noite, quebrando tudo com "Earth Intruders". O palco, montado em estilo moderno e ao mesmo tempo étnico foi uma atração à parte, pois era a representação do novo álbum, Volta, lançado este ano. Bjork pulou, dançou, arriscou um gracioso "obrigatu" a cada fim de música, e agradou. Embora Bjork não tenha feito exatamente uma boa escolha de repertório, pontos altos como as músicas "Declare Independence" e "Wanderlust", do Volta, renderam efeitos visuais que hipnotizaram. A cantora ainda mostrou a voz poderosa nas canções "Pagan Poetry", "Five Years" e "Army of Me".

Mais um longo intervalo, e entra a outra integrante da ala feminina do Tim. Juliette Lewis entra no maior estilo índia "High Tech", mostrando que, sim, a banda é sua. O grupo que a acompanha, "Juliette and the Licks", mal aparecia no telão. A atriz-cantora exagerou na performance: rolou no chão, pulou o tempo todo e ofuscou o objetivo final – a música, um que era "mais do mesmo". Quem estava no fundo mal conseguia ouvir sua voz, de tão baixa.

Já era mais de uma da manhã, quando os Arctic Monkeys entraram. O som da banda que estourou em 2006 estava perfeito, idêntico aos dois álbuns lançados. Só que foi justamente essa semelhança que tornou o show seco, correto demais, ou seja, uma apresentação que fez o público pular, e nada além disso. Os hits, como "I bet that you look good on the dancefloor" e "Fluorescent Adolescent", levantaram o público já cansado.

A demora para o último show do Festival, dos norte-americanos do The Killers, irritou os presentes. Depois de uma hora de espera, a banda entra às quatro da madrugada. Foi o show com repertório bem escolhido, além de visual e banda impecáveis. O vocalista Brendon Flowers fez jus ao título de galã e agradou aos fãs – e às fãs, principalmente, que ficavam dando gritinhos. Várias músicas foram cantadas em coro, como "Sam´s Town", "When you were young" – do último cd, Sam´s Town –, além de "Mr. Brightside" e "Somebody Told me", do Hot Fuss. Após uma hora de show, a banda se despede, sem bis. E o público se conforma com a rápida apresentação – pudera, grande parte dos presentes ia trabalhar direto na segunda-feira, sem descansar nada.

Pontos fortes do Festival:
- havia muitos banheiros no local, o que diminuía a fila;
- a escolha das bandas deste ano superou a dos anos anteriores do Tim Festival;
- as mensagens via celular, mandadas pela platéia, apareciam no telão do Tim, fato que gerava risadas e constrangimentos;

Pontos Fracos do Festival:
- como a organização ousa em proibir máquinas fotográficas? Parece que a organização não entendeu ainda que quase todos os celulares de hoje em dia possuem câmeras digitais acopladas!

- filas imensas para comprar bebida e comida – com preços absurdamente caros. Um copo de água, por exemplo, saía a 5 reais.

- os atrasos entre as bandas, alguns de mais de uma hora, irritaram e cansaram os presentes. No show do The Killers, por exemplo, os técnicos ficaram passando o som às 3 e meia da madrugada!

- a área VIP, na qual por "módicos" 400 reais o indivíduo poderia desfrutar do melhor lugar, bem em frente ao palco, enquanto que a "ralé" (que pagou 200 reais pelo ingresso), ficou muito longe do palco. Essa prática quebra o conceito de festival, que integra as pessoas, tornando-se cada vez mais segregacionista. Daqui a pouco irão surgir outras divisões, cada vez mais caras e inacessíveis.

quarta-feira, outubro 24, 2007

Mais uma viagem

Daqui a algumas horas irei a outro congresso, o CIC (Congresso de Iniciação Científica). Acho que é a primeira vez que apresentarei a minha pesquisa individualme, mas já estudei tanto a imprensa de Penápolis e etc que nem preciso fazer um roteiro antes...acho.

E daqui a uns 5 minutos um fotógrafo do jornal Bom Dia vem aqui onde estou para tirar uma foto minha. Explico: uma matéria sobre este blog - não é a primeira vez que apareço no jornal por conta dele.
Quando a repórter Suéllen me avisou da matéria, fiquei pensando: quem diria que um dia meu diário virtual se tornaria pauta de um jornal.
Se ficar disponível, coloco a foto aqui. O problema é que estou totalmente sem me arrumar, com cara de "acordei agora". Será que eles usam Photoshop...

terça-feira, outubro 23, 2007

Tropa de elite



Neste sábado, finalmente assisti (no cinema, não no piratão) ao filme “Tropa de Elite”. Assisti porque, além de estar com vontade (claro!), o Brasil hoje parece que se resume a quem viu X quem não viu ‘Tropa de Elite’. Confesso que saí do filme realmente impressionada com a qualidade da produção e da atuação dos atores. Além disso, a trilha sonora é um fator que fez o filme ficar melhor ainda.

Mas acho que a adulação ao "Tropa" está demais, porque, querendo ou não, o final é maniqueísta e babaca. Conto por quê:

- é comprovado cientificamente que a tortura não faz o torturado confessar a verdade, e sim qualquer coisa que o valha, no desespero da vítima. Li isso no livro “Brasil nunca mais”, que aborda as torturas da ditadura militar. Ou seja, essa idéia de que o Capitão Nascimento, com toda sua “valentia”, tenha torturado o jovem até que este confessasse tudo, nada mais é do que pura ficção à là Rambo.

- um erro incorrigível: os jovens “riquinhos” da universidade estão usando roupas da moda atual! Repare na garota Maria que fica com o aspira André. Ela usa roupas da moda 2007, e não 1997! Sem contar o corte modernoso de seu cabelo, com pontas desfiadas e irregulares. Reparem...um erro bizarro.

- A pior omissão do filme é a síndrome do pânico vivida pelo Capitão Nascimento. Não dá para entender que ele tem esse distúrbio psicológico durante o longa – provavelmente para enaltecer ainda mais a figura de nosso “herói”. Digo "herói" porque o suplemento da Folha, o Folhateen, praticamente pautou os jovens de que Nascimento é "o cara".

- o roteirista Rodrigo Pimentel disse em reportagem à Folha (eee assinante) que o filme é mero entretenimento. Então por que não usou elementos menos reais para retratar esse entretenimento? Será que o pessoal do BOPE achou que "Tropa" é entretenimento? Melhor seria se Pimentel dissesse que o filme é sensacionalismo puro.

- e a culpa é de quem? sim, de nós, universitários. Ora, não são somente os jovens que consomem droga! Pára com essa hipocrisia, a maioria das pessoas que conheço da Unesp só bebem uma cerveja e olhe lá (isso que estamos teoricamente "livres" de nossos pais). Além do mais, droga não é sintoma de "filhinho de papai", e sim de um sistema político e econômico que deixa qualquer um desacreditado e com vontade de "fugir" dos problemas. Assim como um pai de família que bebe, uma senhora que vai ao bingo, que também tentam sair da realidade entorpecente em que se encontram. São os vícios, meu caro.


Nossa, acabei com o filme. Mas o pior de tudo é que eu adorei "Tropa de Elite". Parabéns pela polêmica, José Padilha.

Ps: quanto à foto que coloquei, não foi aleatória. Pra mim, essa é a imagem que ficou na minha cabeça por longas horas.
Além de....
"tropa de elite
osso duro de roer
pega um, pega geral
também vai pegar você"
Quem diria que o Tihuana teria um status de banda cool.

quinta-feira, outubro 18, 2007

Congresso


Acabei de chegar do Congresso de Extensão Universitária da Unesp, com a temática da violência. Foi um tema até que interessante, mas o melhor mesmo foi a estrutura do congresso:

- seis refeições diárias

- coffee break

- coquetel com bebidas e salgadinhos na faixa

- piscina, sauna, salão de jogos, etc
- show com Demônios da Garoa
Achei que ia ser chique, pois já tinha visto no site o hotel Majestic , em Águas de Lindóia. Mas foi muito mais chique do que eu pensava, e acabei lembrando dos gastos inúteis do dinheiro público...Embora meu projeto, o programa Raiz Social da Rádio Unesp Virtual, não tenha ganhado o prêmio, me diverti muito e até que aproveitei o congresso.

Semana que vem vou a outro congresso: o CIC, de iniciação científica. Outro trabalho, outra estrutura de congresso, pois, além de eu ficar em um alojamento com colchonete e etc, vou comer no RU.


Fiquei mal acostumada!...

segunda-feira, outubro 15, 2007

Preguiça

Três nãos:
Não é possível: estou com muita preguiça esses tempos.
Não tenho a menor vontade de fazer coisas profissionais, como TCC, trabalhos da faculdade, etc. Não sei se é porque estou andando muito de bicicleta (mais ou menos uma hora por dia, todos os dias), ou se é porque estou jogando muito Mario Kart e lendo Harry Potter...

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Por exemplo, ontem eu tinha um zilhão de coisas a fazer na net, como responder a uns 380 emails. Mas preferi ficar assistindo aos novos clipes de artistas que curto, como Velvet Revolver ou Silverchair.
Ou então, quando vi que tinha relatórios da Fapesp para ler, olhei para o lado e vi a Piauí. Tive dúvidas de qual escolher?
Ok, ok!
Amanhã vou descansar ainda mais: vou viajar para o Congresso de Extensão em Águas de Lindóia, que beleza. Como eu disse para o meu namorado: acho que é a primeira viagem que faço com a Unesp que não preciso levar colchonete, lençol, barraca, toalha e sabonete...

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Acho que é uma fase de preguiça do pisciano: falei com minha amiga Carol hoje de manhã e ela me confessou que também está com preguiça em excesso. Viva la preguiça!

terça-feira, outubro 09, 2007

E Agora, Ferréz?

Mais uma da novela Huck: ontem, o Ferréz escreveu um artigo na Folha respondendo ao texto do nosso querido espertalhão Luciano Huck. Só que aí que a coisa fedeu, porque, sinceramente, o texto do Ferréz ficou péssimo. Não que eu tenha achado que o artigo incitasse ao crime, como muitos reacionários escreveram no Painel do Leitor do jornal. E sim porque Ferréz escreveu sem argumentos que favorecessem aos excluídos da sociedade. Apenas corroborou ao esquema toma-lá-dá-cá. Algo como "olho por olho, dente por dente" e, sinceramente, não é assim que as coisas funcionam!

A culpa é de quem? De fato, acho que Huck e seus amigos que frequentam a Ilha de Caras muito mais culpados pela situação atual de nosso país do que os assaltantes. Mas uma atitude Robin Hood não muda a situação vigente. Assim como o dono do Caldeirão de Lixo propôs que "lugar de bandido é na cadeia", Ferréz deveria ter proposto algo também.

Enfim, quando eu era fã da revista Caros Amigos, o primeiro texto que eu lia era do Ferréz. Até comprei um livro dele em uma palestra que ele proferiu. Mas o livro que comprei, Capão Pecado, é bem fraquinho...

Bom, mas antes um Ferréz na contracultura do que um Luciano Huck na Caras expondo seu novo filho à mídia.

Não acaba?

Não aguento mais ler o último livro do Harry Potter: estou na página 450 e ainda não aconteceu NADA no livro. Sinto muito para quem ainda não leu e quer ler, afinal, eu não disse nada a respeito, simplesmente porque não teve nenhuma emoção até agora.
Vi que, realmente, a Rowling deixou a desejar na obra: ela está pensando muito como se fosse um filme, roteirizando-o. Li isso ontem, na Folhateen, e notei que, de fato, é isso que acontece durante todas as páginas: descrições muito visuais e pouco aprofundadas.
Quero terminar de ler essa maldição de sete livros e finalmente poder ler Crime e Castigo, ou a Revolução dos Bichos.
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E, por falar em fim, estou vendendo quase tudo que adquiri em Bauru: escrivaninha, cadeira, criados-mudos, cama, colchão, etc. Colocar o anúncio no mural da Unesp me fez pensar que só faltam dois meses pra acabar a faculdade.
Tenho que pensar em um novo texto para colocar no cabeçalho do meu blog. Pensar na mudança. Me despedir. Vai ser muito, mas muito estranho deixar Bauru. Não tenho a menor idéia do que me espera, e esse destino insólito é a maior novidade da minha vida, porque, até agora, eu tive um caminho a traçar: escolinha, colégio, vestibular, faculdade. E agora?

quinta-feira, outubro 04, 2007

Hum?

O artigo mais idiota da minha vida foi escrito por um cara no mínimo medíocre. Esse cara é o sensacionalista que promoveu "artistas" como Tiazinha, Feiticeira, Índia (era isso?), além das atrações como a imitação barata de Pimp My Ride e Soletrando.
Sim, esse é o cara "bondoso" que paga os impostos devidamente e que tem uma, ora ora, ONG! Ele merece ter um Rolex, né?
Ah sim, merece.
Senhor Luciano Hulk, papai de dois filhos "bem nascidos" e esposo de uma mulher "maravilhosa":
Por que não vai embora do país? Nos livraremos do pior programa de sábado à tarde...