Foi a proposta do prof. Mauro, de Jornalismo Digital. Do que eu quiser? Se todos os chefes fossem assim...
Mas pense bem. A liberdade extrema quando até então não tínhamos nenhuma liberdade pode ser instrumento de confusão. O jornalista é o operário da notícia, entende? Dificilmente inova, só faz o que mandam e coloca umas palavrinhas interessantes para, segundo os manuais de redação, "fluir o texto"...
Tá, tá. Onde eu tava mesmo? É, na matéria. Aí eu escolhi um tema que me interessa, tenho certo conhecimento e ponto: Pink Floyd. Vou falar da vinda do Roger Waters para o Brasil e aí farei a reportagem com vontade. É...
Foi fácil. Mas quero outra linguagem. Já leram a Piauí? Sim, outra linguagem. Não é difícil não. Difícil é ler jornal diário sem deparar com as demagogas imparcialidades.
Não consegui outra linguagem.
Fim da cracolândia?
Há 9 anos

Nenhum comentário:
Postar um comentário