quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Tudo de Blog


A Vila Isabel foi mal no carnaval (eu torci, mas não adiantou), a Ministra da igualdade racial foi praticamente expulsa do seu cargo por gastos ilícitos em cartões de crédito públicos, e eu fui à praia pela primeira vez com meu namorado e só choveu e fez frio. Mas, força Tati, que você consegue levantar esse tédio carnavalesco!

- hoje andei mais de duas horas de bicicleta. A coitada teve de carregar em sua cestinha uma melancia inteira que eu comprei no Wall Mart por R$ 2,78. Sem contar os dois quilos de batatas e mais dois quilos de cebolas – uma sacola de cada lado do guidão.

- Vi vários filmes: “Velvet Goldmine”, “Manhattan”, “Cheiro do Ralo”, “Cronicamente Inviável”. Todos são ótimos, mas fica o favorito: “Cronicamente Inviável”, um soco no estômago.

- Estou comendo muitas balas ultimamente, especialmente aquelas de caramelo, que eu adoro. Espero que meu dentista não leia a frase anterior.

- Li “O Grande Gastby”, do maravilhoso Scott Fitzgerald. Nunca tinha pensado, mas Fitzgerald é o meu Woody Allen da literatura: nem todas as suas obras são boas, as histórias são (quase) sempre em NY, o ambiente é cosmopolita, com muito jazz e álcool.

- tenho que escrever para o Tudo de Blog sobre um caso: se o meu namorado me trocasse por um outro garoto, o que eu faria.
Vou falar rapidamente. Acho que eu me sentiria uma...cobaia.
E sim, acho que é pior meu namorado me trocar por um garoto do que por uma garota, mas opinar sobre isso é algo extremamente genérico. Porque, na realidade, considero que algumas circunstâncias sejam muito piores do que a “troca de gêneros” em si: se o meu namorado me trocasse pela minha pior inimiga ou alguém que eu nunca imaginasse, aí sim, seria o fim. Mas na realidade é o nosso orgulho ferido que dói mais, muitas vezes nem é o amor que sentimos. É o sentimento de posse que acaba – descobrimos que nosso namorado não é nosso! Ele é livre também.
Algumas frases ditas por pessoas que conheço são marcantes para mim:
- Uma vez o Junior (do Sandy e Junior) disse à Marília Gabriela o porquê de ele não trair a namorada, ainda que tenha milhares de pessoas (interessantes) que dão em cima dele: o respeito. Se você respeita seu parceiro, você não trai. A gente raciocina diante de uma “tentação”, entende? Pensa antes de fazer: pensa na pessoa que ama, no que já passaram juntos...é igual você desrespeitar seus pais. Até dá vontade, mas sabe que ser honesto é bem melhor.

- a Mariana Dolche (que era da minha sala) disse que preferia namorar a curtir a vida. Eu perguntei por quê: “Porque, quando namoramos, cultivamos um relacionamento, conhecemos a pessoa em profundidade”. Se só ficamos, é um beijo e “bau bau”. Não conhecemos a pessoa, apenas a testamos. Tipo um test-drive em vez de comprar o carro logo (uma comparação bizarra, mas válida).

- Preciso comprar meu vestido de formatura! Que cor eu uso?

7 comentários:

J.Silva disse...

azul marinho

Bruno Espinoza disse...

Tati,

vc, por acaso, já alugou "Uma canção de amor para Bobby Long" que eu pedi para vc assistir? foi o meu melhor filme em 2007.

Anônimo disse...

E um salve ao glam rocker Ewan McGregor!

Giovanna Borgh disse...

Oláaaa
Cheiro do Ralo é muito bom né?Aliás, o Selton Melo é muito bom...

Bruno Espinoza disse...

Que bom que gostou, D. Aoki!

Olha só, a Salgueiro foi vice! Desde 93 espero para vê-la campeã outra vez.

Bruno Espinoza disse...

use vermelho, branco ou preto na formatura.

Marcia Oshiro disse...

olá, vim aqui te convidar pra conhecer meu blog podcast www.atalhocultural.blogspot.com

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