Eu, com minha mania absurda de navegar sem rumo pelo cyberespaço, descobri uma página que contém muitos dos sites que frequento.
Lá estão, de uma só vez, sites de notícias, de relacionamento, sites de compartilhamento (eee), entre muitos outros populares na rede.
A construção foi feita por japoneses, mas o site está em inglês.
mais interessante é visualizar todos esses links como uma linha de metrô, bifurcando-se de acordo com o gênero do site - e cruzando, é claro, como toda rede complexa de conteúdos.
Na verdade a ideia de simular quaisquer redes - seja de sites, gêneros musicais (como feito pela revista Superinteressante) e outros - usando mapas de linhas de metrô é um pouco batida.
Mas uma coisa é simular a rede de metrô de São Paulo. Outra, é fazer uma rede como a do metrô de Tóquio (abaixo).
Pra quem achava que o metrô de São Paulo era confuso, imagina se perder num desses aí. Quando eu cheguei no Japão, quase surtei pela quantidade de pessoas (meio parecidas, diga-se de passagem) andando para lá e para cá, todas sabendo exatamente para onde ir.
Se eu não tivesse um guia em Tóquio, acho que teria perdido muito dinheiro por perder o horário do trem...
Fim da cracolândia?
Há 9 anos

9 comentários:
Vc e a tal da Juliana Sayuri (que falou em "acredito em amor livre"... ) são duas VAGABUNDAS, isso sim.
Até porque as japinhas gozam mais rapido, são umas putas.
Que isso? Não se preocupe Tati, a cachorrada ladra e a caravana passa...
Sei lá, só acho que deveria se identificar...
“Vc e a tal da Juliana Sayuri (que falou em "acredito em amor livre"... ) são duas VAGABUNDAS, isso sim.
Até porque as japinhas gozam mais rapido, são umas putas.”
Desculpe, mas, foi mais forte do que eu. Além da amizade que tenho com as duas, o que por si só já me indigna, o asco que me provocou essa mensagem vem dos preconceitos manifestados. Primeiro, o machismo raso de associar amor livre à promiscuidade e dar um valor pejorativo a isso; segundo, ele se desdobra em machismo xenófobo (ou algo similar que explique o axioma) ao dizer que “as japinhas gozam mais rapido” e; terceiro, culmina chamando-as de “putas”, valorando negativamente. Enfim, eu não sou a pessoa mais capacitada a dissertar sobre as relações do machismo. Entretanto, a minha aversão com respeito o que essa pessoa escreveu foi tanta que tive de me manifestar.
PS: Não quero fulanizar a discussão.
"e; terceiro, culmina chamando-as de “putas”, valorando negativamente a profissão".
Bom, primeiro eu sou mestiça. hahah
Segundo: isso me cheira in-ve-ja. E dá ibope.
Tateee, por que será que essa incursão anônima no seu blog, com referência ao meu, me soa familiar? Se nem o meu blog está linkado no seu, e nem o seu no meu... Vamos apostar sobre quem seria essa pessoinha que conhece nós duas?! MM. Tão previsível.
Ps: vou linkar seu blog agora hehe! Beijo!
Quem escreveu esse comentário nem sabe o que é gozar. Tá cheio de mal comida no mundo mesmo.
Fala aí Ju, Bruno e Giggio:
pior do que esse comentário (eu já sei de que ip foi, então fica fácil deduzir) é saber que a pessoa é diplomada, e deveria se preocupar com outras coisas - como seus próprios complexos, que tal?
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