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terça-feira, junho 23, 2009

Ao mestre, por tudo

Alice in Chains e professor Alexandre: dois itens que marcaram minha adolescência.


Que bonito que é homenagear nossos tutores. Com certeza o professor que mais me marcou não foi da universidade, nem do Ensino Fundamental, mas do Ensino Médio: professor Alexandre, que dava aulas de Gramática do primeiro ao terceiro ano.

Lembro claramente dele falando da revista Carta Capital (um contraponto à Veja), mostrando que o Google (“Goooo o quê??”, perguntou, com desdenho, o povo da sala) era melhor que o Cadê, e ele falando que não bebia álcool, apenas Fanta, com os amigos.

Além disso, lembro-me do professor Alexandre dizendo que gostava muito de Alice in Chains.

Acho que essas foram as coisas mais marcantes das quais me recordo, mas muito do que ele disse em suas aulas me marca até hoje.

Por quê um professor pode nos deixar tantas marcas? Como uma pessoa pode nos marcar a ponto de, quase dez anos depois, nos lembrarmos de seus trejeitos e suas falas? Sei que, depois de três anos convivendo com o professor Alexandre, muito do que eu pensava e acreditava se modificou. Sempre para melhor, claro.
Por isso que tenho tantas boas lembranças dele – além de sempre me incentivar a fazer algo na área de Humanas, nunca, jamais me decepcionou.

Ao meu mestre favorito.