segunda-feira, agosto 29, 2005

eeeeeee



é hoje que eu vendo minhas calças: show do weezer, strokes, kings of leon, m.i.a, pearl jam...

Quero ver weezer...vou pirar quando tocar buddy holly e hash pipe.

Já os strokes...new york city cops e reptila já valem o meu ingresso.

Kings of leon: molly´s chamber é o que tem de melhor na música caipira.

m.i.a...é ótimo, mas nem conheço direito.

Pearl jam: even flow e do the evolution!

E minha homenagem vai ao weezer...a favorita!

domingo, agosto 28, 2005

Carpe Diem

Depois de uma semana no seminário do sesc - achei que fosse boiada, porém fiquei mais cansada do que ir pras aulas normalmente - resolvi dormir "um pouco". Dormi umas treze horas, no mínimo.

Descobri algumas coisas quanto a eventos acadêmicos:
- nunca assista palestras ao lado de pessoas conhecidas
- não participe de nada contando com pessoas conhecidas

enfim, seja um autista em seminários, mesmo que você conheça metade dos frequentadores. Se você estiver interessado em aprender, claro. Se o objetivo for "fazer a social", seminários também são ótima pedida.

E finalmente chega o fim de semana. Ainda não me acostumei com esse esquema bauruense de "se acabar durante a semana e dormir até não poder mais no fim de semana". Fora a faxina, que a cada dia me dá mais preguiça de fazer.

Não páro de pensar nisso...

Finalmente eu gosto, sim, eu gosto de morar em Bauru. Tem algumas vantagens de morar no interior: posso andar de madrugada na rua, sozinha, e não morro de medo; tudo é mais barato; as pessoas são mais simpáticas; pego carona; ando de bicicleta e as pessoas não falam "você vai morrer atropelada!", etc.
As desvantagens? Já falei de todas elas em posts anteriores. Meu ódio acabou. Justamente no momento em que vou pro Japão. Ironia do destino ou a conclusão de que somente quando eu estou prestes a perder algo é que começo a sentir nostalgia?

Preciso aproveitar o momento. Como disse o palestrante da sexta: Carpe Diem.
Eu nasci sem aproveitar os momentos verdadeiramente, com raríssimas exceções. Espero que não seja tarde...

quinta-feira, agosto 18, 2005

Querido Diário & Dear Diary

Como surgem as idéias para escrever no blog? Do nada? Eu realmente não sei. Ultimamente ando totalmente sem idéias, a não ser coisas do cotidiano - que não são necessariamente idéias.

Vou escrever como se tivesse escrevendo no meu diário oficial...

Querido Diário,

Ontem foi aniversário do Bruno. A gente foi no Ubaiano, comemos Torcida, tomamos Guaraná e jogamos Duvido. Depois eu, o Bruno, Jú e o Goiaba ficamos na casa do Bruno conversando, tomando café e comendo goiabinha. O Goiaba e o Bruno também tomaram Whisky e fumaram charuto sabor chocolate.

Acordei e fui assistir a aula do Negrão. Almocei no Tio Guerreiro e depois da aula de semiótica vou ao show do Tom Zé. Espero que eu entre no show.

Bjus
tati

Tudo bem, não é exatamente assim que eu escrevo no meu diário. Mas lendo o que eu fiz ontem e hoje torna a minha vida absolutamente patética. Gostaria que o meu diário fosse assim:

Querido Diário,

Ontem eu peguei minha Mercedez e fui até a Redação da New Musical Express. Ouvi os novos cds do Gorillaz, Missy Elliot e Foo Fighters e fiz suas respectivas críticas.
Depois de almoçar no Ritz, fui a uma cabine de cinema e vi o novo filme de Wes Anderson. Me apressei porque às 21:30 tenho um show do The Killers pra cobrir.

Bjus
Tati


Tudo bem que eu poderia pedir para escrever algumas constatações mais elaboradas, contudo a intenção não era essa. É apenas "one day in my life".

terça-feira, agosto 16, 2005

Adeus

Ontem foi uma segunda feira normal, como todas as outras. Acordo cedo e consigo me atrasar pra aula, durmo na mesma e fico direto na facul até às 18 horas, no mínimo.
Tudo bem...

Chego às 19:30 em casa, e resolvo buscar minha maquiagem que ficou na casa do Caco. Ele tava falando com a Taty ao telefone...

E ela foi embora e eu nem me despedi. Resolvo falar com ela. Voz de choro. A minha fica embargada. Não sei o que dizer: se consolo, se choro junto, se finjo que está tudo bem...

Pego minha maquiagem e olho para o espelho. São só quatro anos aqui. E o dia fatal vai chegar. E eu não quero me despedir...

Só agora vejo quanta falta no prédio você vai fazer, Taty. Acho que você nunca vai ler isso, mas posso dizer que você é uma das pessoas que mais me surpeendeu (positivamente): parecia fresca, metida, onipotente. Não, nada disso.
Espero um dia cobrir seu desfile no SPFW...

E agora sinto que o Universitário acabou.

segunda-feira, agosto 15, 2005

Gosto sim, e daí?



Levei o Harry Potter 5 para devolver para a Lets e fiquei surpresa: quanta gente me abordou pra falar o quanto gosta do livro, que não vê a hora de ler o sexto, etc. Fiquei surpresa: nunca imaginei que universitários (diga-se de passagem, de jornalismo) pudessem adimitir que gostam de Harry Potter! Eu gosto desde os quinze anos, quando li o primeiro por curiosidade. Não sou fã (não tenho nenhum livro), nem fico ansiosa pra ler os novos volumes, contudo admiro a capacidade da J.K. Rowling de escrever com tanto dinamismo. É inegável que a inglesa escreve bem.

Numa era de imagens, é impressionante a quantidade de fãs desse bruxinho...se bem que eu prefiro o Rony e o Snape ao Harry Pottter.

Só acho ridículo a pressa que os leitores mais ávidos têm para terminar logo o livro. Livro é pra ser saboreado, não é como a Internet. Mas cada um com seus problemas...

Eu gosto sim, e daí:

- de dobradinha
- de liquidação
- de casca de pão de forma
- de fazer faxina no banheiro

hahaha

sexta-feira, agosto 12, 2005

Human Behavior

Depois de ficar um bom tempo sem postar - meu template provavelmente foi invadido -, consegui voltar à atividade. E no fim de semana do dia dos pais, o primeiro que só está eu e ele aqui no Brasil, resolvo não voltar pra sampa e ficar por aqui mesmo. O que levou tal decisão? ...

- Pai, vou voltar no fim-de-semana do dia dos pais tá?
- Não precisa não, Tati.
- Então beleza, nem vou voltar...

E assim ficou decidido. Estava na classe, todo mundo falando quando volta, se vai de carona ou não, e eu disse que não voltaria porque meu pai falou que nem precisava. Aí alguém (não lembro quem foi) ficou indignada e disse:

- você vai abandonar seu pai no dia dos pais só porque ele falou que não precisava?
- É, ué...
- Meu, é lógico que ele ia falar que não precisava. Se acha que ele ia falar: Tati, se você não for eu nunca mais falo com você?

Todos deram risada - inclusive eu - e eu acabei notificando algo muito relevante após algumas horas: eu realmente sou uma tapada quando o assunto é relações humanas. Por que as pessoas simplesmente não falam o que sente? Lá vai mais um ano sem passar o dia dos pais com o meu pai...

quinta-feira, agosto 11, 2005

Walking on the street

Eu tava lendo na Folhateen na coluna 02 neurônio que nada é mais engraçado do que alguém cair na rua - exceto idosos, gestantes, deficientes físicos (não vou citar crianças porque são as mais engraçadas já que nem sabem cair). É algo muito inesperado: você tá andando sossegada e de repente BUM, a pessoa ao seu lado toma um chão. Pois bem...

Estava andando de bike pelas ruas baurulinas , quando vejo uma garota andando toda pomposa, se achando mesmo. E não é que ela toma um capote? Pior é que ela tentou disfarçar! Mas aí já era: eu parei a bike pra rir...Mancada, eu sei, geralmente não rio da desgraça alheia, mas foi hilário!


Coisas engraçadas ao andar nas ruas:

- tropeçar e tentar "manter a pose"
- pisar na m**** e limpar o pé no meio fio
- estar andando na maior pressa e o infeliz à sua frente de repente pára e se vira e você dá de cara com ele
- sair correndo atrás do ônibus - isso acontece comigo direto
- deixar cair suas moedas na faixa de pedestres
- cair porque o cadarço está desamarrado - pra mim isso é um mito: eu nunca caí por causa do meu cadarço
- tentar desviar de uma pessoa que vem na direção oposta à sua e ficar tipo "direita-esquerda" e a outra também
- falar/cantar sozinho enquanto caminha e alguém que está na janela te observando vê tudo e ainda te zoa...

Tudo isso já aconteceu comigo, exceto os cadarços, obviamente...também, só a Punk (a levada da breca) não percebe que os cadarços estão desamarrados...

quarta-feira, julho 27, 2005

All that noise and all that sound...all those places I have found

Depois de um tempo sem inspiração, acho que ando lendo muito sobre mensalão, cpi, secretária posando pra Playboy, etc, resolvi postar algo aqui...hehe

Minhas férias estão acabando, contudo pelo menos estou me sentindo tipo “missão cumprida”: revi meus amigos, li Dom Casmurro, resisti à tentação de comprar o novo Harry Potter, vi um bilhão de filmes, dormi até ás três da tarde, viajei, saí, etc...

Estou com MUITAS saudades de Bauru e do povo todo, apesar de as férias terem passado voando.

As lembranças dessas férias serão as seguintes:
- eu e a Tamara imitando o Boça (e irritando a Marcela)
- eu e a Milena xingando a Carol e a Gabi porque elas ficavam ouvindo aquela música insuportável “Lonely, I´m Mr. Lonely”, com aquela vozinha metálica
- o Rod aparecendo na minha casa no dia em que eu tirei meus sisos
- Bruno e Cacá aparecendo do nada em Santos
- O pão de mel do restaurante ao lado do escritório do meu pai
- trilhas sonoras das férias: speed of sound – coldplay; the best of you – foo fighters; feel good inc. – gorillaz; pump it – black eyed peas; o vento – los hermanos
- a constatação de que o único estilo musical que as minas da Jaci não discordam entre si é a black music
- marcela dirigindo...quem diria
- a consolidação da minha amizade com o meu pai – sim, agora meu pai é também meu amigo
- eu furiosa quando descobri que o meu celular não tem o jogo da cobrinha e o do meu pai tem
- o chute que eu dei na minha cachorra – ela comeu um vinil
- devo lembrar que minhas férias são de três semanas, e não de três dias, e levar mais roupas e menos cremes e cds
- eu, o Paulo e a nossa “saga”
- constatar que, mesmo com a distância e com o passar dos anos, eu ainda tenho amigos maravilhosos

E sábado eu estou de volta. Mas ainda posso assistir a um capítulo de OC, ouvir Brasil 2000 e Kiss Fm, ler o Estado e não a Folha e ver Sin City.

É, tem bastante coisa...

All that noise and all that sound
All those places I have found
And birds go flying at the speed of sound
To show ya how it all began
Birds came flyin from the underground
If you could see it then you'd understand
Oh when you see it then you'll understand

quinta-feira, julho 21, 2005

Esse é pra chorar!

Não sou uma pessoa muito chorona, mas já chorei em vários filmes...

» eu sei que eu só falo de filmes, mas é que as férias me permitem esse tipo de regalia...uhu

Top 5 filmes que eu mais chorei

1- À espera de um milagre - o filme não é exatamente perfeito, mas eu chorei tanto que minha mãe achou que tinha acontecido alguma coisa
2- Central do Brasil - na hora que a Dora vai embora...eu não aguento...
3- Lista de Schindler - putz, vi esse ontem...no comments
4- Encontros e Desencontros
5- Dançando no escuro


E não há restriçao: dizem que chorar faz bem...

terça-feira, julho 19, 2005

Sim, a gente envelhece

Esse post é dedicado à minha velhice. Sim, estou velha...Ou estou ficando adulta. Bem-vinda ao mundo dos adultos? Explico...

Fomos viajar eu, Tamara e Marcela para Santos. Amigas desde a mais remota infância – mais de dez anos -, sempre nas mais diversas baladas de sampa, não víamos a hora em que uma das garotas do prédio arrumasse um carro, etc.

No carro, começo: - não to mais a fim de sair de balada, de beber, de sair de carro com o som alto para zoar...
E elas concordaram...

Fomos a vários barzinhos de carro, alugamos DVDs e compramos chicletes de melancia para comer assistindo Taxi Driver e Tiros em Columbine. Há exatamente um ano atrás, fui a Santos e o que eu fiz foi:

Baladinhas na casa de amigos, comemos e bebemos nos quiosques da praia (a pé) e só víamos MTV.

Como eu posso mudar tão drasticamente em um ano? Sim, eu mudei desse ano pra cá. Mas na verdade eu não mudei, só assumi minhas raízes.

Digo a verdade: nunca gostei de sair de balada – gosto mesmo é de dançar em frente ao espelho e cantar no chuveiro -, odeio bebida alcoólica, não gosto de sair com muitas pessoas ao mesmo tempo (me sinto perdida...).

E amo as coisas simples: jogar videogame, andar de bicicleta, ir a shows de rock, ler um livro decente e ver o maior número de DVDs (sim, prefiro ver filmes em casa) possível. Pode ser uma fase, uma volta à minha essência ou uma constatação: estou ficando velha...

quinta-feira, julho 14, 2005

Cinema...


# Sabe o que eu gosto das férias? Todo mundo posta toda hora nos blogs pela falta de fazer, haha...

# E hoje vou tirar meus pontos dos sisos na dentista do meu pai. Ele me disse: “ela é ótima, mas é um pouco violenta”. Como alguém pode ser bom se é praticamente uma pedreira com meus dentinhos?



Adoro ler o quadro Antologia Pessoal, do Estado, e sempre quis responder as enquetes deles. Aí vai uma sobre cinema...

Que filme você mais revê?
Tenho mania de rever filmes, porque cada vez que eu assisto descubro algo novo. Vejamos...Vi Réquiem para um sonho umas oito vezes, Central do Brasil umas dez vezes... E tem alguns filmes que sempre que passam eu assisto: Excêntricos Tenembauns, Adaptação, Encontros e Desencontros, Escola de Rock (que o Telecine não pára de reprisar...).
Mas a verdade é que o filme que eu mais assisti foi O Rei Leão – vi no mínimo umas trinta vezes...


E que filme revisto ficou ainda melhor?
Tem um filme inesquecível: As horas. Eu tinha visto com a minha irmã e, honestamente, não tinha entendido nada. Depois assisti novamente (contrariada) com a Taty e o Bruno. Filosofamos o filme inteiro e eu comecei a amá-lo a partir de então.


Cite um filme surpreendente, ou seja, bom e pelo qual você não dava nada.
Esse filme é animal, chorei de rir, e não dava nada por ele: Apertem os cintos, o piloto sumiu. Eu sempre falo que é o filme que eu mais ri, até queria assistir novamente, porque passei mal de tanto rir. Isso que eu o assisti com uma galera nada a ver – minha mãe, irmã e com meu tio.


Que filme revolucionou sua maneira de ver o mundo?
Vários filmes mudaram minha vida. Mas tem um que me toca no dia-a-dia, que é o curta Ilha das Flores. Já vi umas cinco vezes, vi até na MTV! Toda vez que eu jogo um tomate no lixo eu me lembro desse curta...


Cite um filme que você acha que deve ser muito bom, mas que nunca viu.
Quero ver O Poderoso Chefão com urgência. E estou obsessiva: enquanto não assistir A vida submarina (?) de Steve Sissou (?), do Wes Anderson, não vou sossegar.


Cite um filme cuja continuação foi melhor do que a primeira versão.
Xi...difícil. Gostei do American Pie 2, mas sei lá, nem me lembro do filme. Só sei que ri muito. Dizem que Shrek 2 é bem melhor do que o primeiro, assim como a continuação do Senhor do Anéis. Mas eu detestei os dois filmes, então nem quero ver a continuação.
Ah, gostei do terceiro filme do Harry Potter, pode ser?


De que filme você mudaria o final? Por quê?
Não sei...acho o fim de Encontros e Desencontros absolutamente perfeito, mas eu fiquei sabendo que o beijo final deles e o que o Murray falou no ouvido da Scarllet não estava no roteiro da Sofia. Sei lá, se não tivesse aquele beijo e o sussurro do final o filme não seria o mesmo, definitivamente.


Qual o filme dos últimos dez anos que mais a marcou?Se mais de um, quais?
Vários...Central do Brasil, Matrix, Cidade de Deus, A hora do show, Vampiros, Réquiem para um sonho, Trainsppoting, Kill Bill, Amarelo Manga...


Oscar ou Cannes?
Cannes, claro.


Qual ator (ou atriz) o leva ao cinema, seja qual for o filme?
Johnny Deep, Edward Norton, Gael Garcia Bernal, Matt Damon, Fernanda Montenegro e Catherine Zeta-Jones, Jack Black.


Que filme festejado pela crítica você detestou?
Sei lá, Menina de ouro não merecia tudo isso.


De qual filme, demolido pela crítica, você gostou?
As pessoas subestimam as comédias, porém eu simplesmente adoro dar risadas no cinema...


Quais os piores clichês do cinema? E os clichês indispensáveis?
A necessidade de mostrar tecnologia nos filmes me irrita muito, além daquelas lutas épicas ridículas. Acho que todo filme precisa de uma pitada de romance, triângulos amorosos, etc.


Qual o primeiro filme que você viu no cinema?
Não lembro, sério mesmo, mas acho que foi algum da Xuxa. E o que mais me marcou foi quando eu vi O rei leão com a minha mãe, irmã e a Milena.


Que filme você gostaria de ter feito?
Queria ser a Velma de Chicago...


Quem você gostaria que interpretasse você em um filme sobre a sua vida?
Difícil...a Bjork ou a Christina Ricci?


Qual final feliz foi o mais feliz que você viu?
Adorei o final de Pão e Tulipas.


Qual o diretor de quem você gosta até em filmes ruins?
Woody Allen e Wes Anderson.


Que filme brasileiro merece o Oscar?
Central do Brasil e Cidade de Deus.


O melhor filme feito de um livro; e a pior adaptação de um livro?
Melhor foi Laranja Mecânica, Réquiem e Talentoso Ripley. E o filme Christiane F. ficou infinitamente pior do que o livro.


Há um ator ou atriz que você acompanha, esteja ele num filme de um grande diretor ou num filme de “carregação”?
Bill Murray e Rodrigo Santoro.


Que filmes, em sua opinião, conseguem o milagre de somar reflexão e entretenimento?
Os do Spike Jonze, principalmente Quero ser John Malkovich.


Você gosta de programas arriscados: um filme trash, um filme bizarro, um melodrama descabelado?
Honestamente, não.

quarta-feira, julho 13, 2005

It´s been a long time since the rock and roll

Notas de férias.

Sim, meu professor de Economia me deu o famigerado 0,1.
Estou amando não fazer nada, assistir a mil filmes por dia, rever meus amigos e ficar de bobeira...
Na verdade eu deveria estar de molho, porque arranquei meus dois últimos sisos – e justamente quando eu me preparei para a batalha a recuperação foi surpreendentemente rápida. Detalhe: estou tomando os remédios nas horas erradas, nem tomei gelado, etc.

«OK. Mas hoje é uma data especial: hoje é o dia mundial do Rock. Nem sei se isso é importante, mas estou ouvindo a Kiss FM o dia inteiro então estou no clima. Já ouvi especial Kiss, Beatles, Led Zeppelin, Queen, The Who... Pode falar que o Weezer, Strokes, MC5, entre outros, estão desembarcando aqui, mas não importa: classic rock é classic rock.

«E finalmente vi o filme que mais queria ter visto na minha vida: The Wall. Assisti quatro vezes em dois dias. Não precisa nem dizer se eu gostei do filme e se eu estou vagal ou não.

«E agora sou uma cozinheira de verdade. Sei temperar saladas, fazer as mais diversas invenções na cozinha... separações maternais também têm seu saldo positivo.

quarta-feira, julho 06, 2005

Eu tô com MUITA raiva. Estava muito feliz porque meu semestre ia acabar e eu ia pras férias. Ledo engano. Simplesmente descobri que tirei 4,9 na média. Detalhe: a média é 5!!! CINCO!! O professor não quer me dar 1 décimo!!!

AINDA BEM QUE EU NÃO FIZ ENGENHARIA

terça-feira, julho 05, 2005

Ele chorou

Sim, ele chorou. José Genoino ontem, no Roda Viva, chorou ao falar da tortura que sofrera na ditadura militar e da maior crise do PT. Fiquei emocionada, mesmo ainda não convencida da inocência do partido.

Continuo a zapear, afinal a insônia me dominou esta madrugada, e vejo a entrevista com a Heloísa Helena no Jô. Duas constatações: o Jô finalmente ficou quieto; ela foi muito demagógica.

Duas da madrugada. O sono ainda não vem. Assisto Ed Mort no Inercine. Engraçadinho.

Três da madruga. Agora não tem mais nada na TV aberta. E aí vão mais duas constatações:

* quero voltar pra minha casinha com Net e net
* por quê eu tenho insônia justamente quando no dia seguinte eu tenho aula o dia inteiro?

Fico pensando de olhos abertos na vida, na minha vida. E sempre que eu fico no escuro eu me lembro do Exorcista. Tento fingir que estou dormindo pra esquecer as várias cenas que perambulam pela minha cabeça. Não consigo.

Constatação final: por quê eu fui assistir a esse filme?

Ps: hoje finalmente é o meu último dia de aula! Aleluia...

sábado, julho 02, 2005

But I just don´t know now - and all I wanna do is try

Depois de passar por um semestre marcante, estressante e etc, cá estou curtindo a despedida da Manu- que vai pra inglaterra (ô inveja) - na Chiapas. Depois de uns copos de refri com vodka ninguém fica exatamente sóbrio....

Estou de DJ, tocando The Killers e curtindo meus últimos momentos em Bauru. Sim, porque vou repensar em minha vida. Não sei se me mudo pro Japão, se continuo no Universitário (meu prédio) , se... se continuo com essa vida. Não é crise, são apenas as decisões que uma adulta deveria tomar. $e sou adulta? Acho que não... a Suzane Hochtenoffen (hahaa, nem é assim que se escreve, mas tudo bem) matou os pais dela com a mesma idade que eu - aos 19 anos. Como que uma tosca como eu tomaria decisões desse porte?

quarta-feira, junho 29, 2005

The end has no end




Estou com muitas, muitas saudades dos dias em que eu ficava assistindo uns cinco filmes por dia com a minha irmã, quando íamos pro interior (todo mundo de Bauru me enche o saco porque eu falo interior, afinal Bauru também é interior, então vou falar o nome da cidade, que é Taquarituba).
Como minha vida está um drama extremamente novelesco, vou listar os filmes que eu mais dei risada:

1- Apertem os cintos, o piloto sumiu – esse aí eu assisti com a minha mãe, tio e irmã no interior (ops, em Taquarituba). Estava um dia chuvoso e todo mundo desanimado para assistir ao filme – eu que tinha alugado e ninguém gostou da idéia. Passado uns 30 minutos de filme, posso garantir que eu e a Jú ficamos rindo sem parar durante todos os minutos seguintes;
2- Despedida de solteiro – estava zapeando o Telecine (uma droga, por sinal) quando começo a assistir a um filme com o Tom Hanks bem jovem. Pensei: “geralmente os filmes dele são bons”. Eu ria das cenas por antecipação. Saca?
3- Rushmore- Três é demais – esse filme me fez ser uma fã do diretor, Wes Anderson. Humor Negro de primeira linha que rende umas risadas sarcásticas.
4- Mickey Olhos azuis – ninguém acha graça nesse filme, com exceção de mim e de minha irmã, que choramos e rolamos no chão de tanto rir.
5- American Pie – assistir esse filme com a galera é MUITO engraçado. Sempre tem alguém parecido com os personagens...

Esses filmes são ótimos, mas nada vai me impedir de comprar um dos meus filmes favoritos: Talentoso Ripley. O melhor da videoteca Folha, com certeza.


****Pois bem, terminei meus trabalhos mega (com 75 páginas) e hoje tenho prova de economia. Estou em crise e no limite.

Ah, o título do post é porque os Strokes virão ao Brasil! Tomara...

segunda-feira, junho 27, 2005

Macdia feliz?

Estava exausta esperando o ônibus no centro de Bauru pra voltar pra casa quando uma senhora se aproxima de mim e aponta pro adesivo da minha pasta:
- Por que esse adesivo “diga não ao Mac Câncer?”

Um “adendo”: eu ganhei esse adesivo do Gonzo, no colégio, há uns dois anos atrás.

Continuando: olhei pra ela como se não estivesse ouvindo (eu tava ouvindo música) e ela repetiu, dessa vez bem mais alto. Tirei os fones e nisso todo mundo que também estava esperando o busão ficou prestando atenção no que eu iria dizer pra ela. Confusa, falei pra senhora que não gostava do McDonald’s porque os alimentos eram da pior qualidade, dei um exemplo do Super Size Me, que o cara quase morreu e engordou 11 quilos em um mês, etc. Ela ficou impressionada e entrou no mesmo ônibus que eu. Detalhe: eu não estava com a mínima vontade de conversar...
Pago minha passagem e ela se senta ao meu lado. Continua conversando sobre o que eu lhe contei, e eu só fingindo que estou escutando. Ela se despede e desce num ponto.

Olho pela janela e penso: será que São Paulo me deixou assim, digamos, anti-social? Nunca puxei assunto com absolutamente ninguém no ônibus que não fosse conhecido, e ultimamente nem puxo assunto até mesmo com conhecidos.
Morar no interior tem suas vantagens: as pessoas são mais simpáticas e acessíveis, e sei que meu ar interiorano nunca foi dos mais aguçados. Posso tentar mudar meu jeito, mas por enquanto agradeço por existir pessoas que gostam de puxar papo numa hora chata, como a espera do ônibus...

sexta-feira, junho 24, 2005

Questionamnetos quixotescos



Novamente ocupadíssima, porém com vontade de escrever amenidades neste blog. Estava lendo um caderno especial de 400 anos de Dom Quixote, uma das obras “mais importantes da literatura ocidental de todos os tempos”, segundo a Folha.
Enfim, já tentei ler Dom Quixote, cheguei até mais ou menos a página 50 (o que não é nada, visto que o livro deve ter umas 500 páginas) e desisti. Simplesmente não agüentei, achei-o extremamente difícil e rebuscado, principalmente os poemas do início. E então toda a massa intelectual recomenda, termos do livro viram vocábulos no dicionário (quixotesco, etc), entre outros legados de Cervantes.
Quando eu era criança, Cervantes era um dos chefes do Street Fighter ou qualquer vídeo game de luta que eu adorava. Quando descobri que Cervantes não era o nome real de algum criminoso ou satânico, fiquei desapontada...

Não que eu esteja criticando Dom Quixote, pelo contrário, quem sou eu pra criticar algo que nem li? Espero até que as férias (merecidas, por sinal) me tragam a oportunidade de ler os clássicos que eu já comprei nos sebos e peguei emprestado:

1- Dom Casmurro (valeu, rafa!)
2- Crime e Castigo (o Goiaba falou tanto desse livro que estou ansiosa pra lê-lo)
3- Os miseráveis (na verdade só quero ler porque o Victor Hugo nasceu no mesmo dia que eu, hehe)
4- O ateneu (um dos livros que o vestibular me deixou com vontade de ler)
5- Dom Quixote (esse é do Bruno, parece uma bíblia)

Tenho certeza de que só irei ler o primeiro livro no mês de julho. Os outros dias do mês serão dedicados à TV paga, a filmes e aos bons e velhos amigos. Além de meu pai, óbvio.

Chegando ao ponto que eu deveria chegar desde o começo deste post, penso uma coisa: por que as pessoas dão tanto valor aos “clássicos”? Todos os livros, filmes, bandas, personalidades, que são considerados realmente respeitáveis têm, no mínimo, uns 20 anos. Vai entender...de repente temos um gênio que é o nosso vizinho de carteira na faculdade e nem lemos os textos que ele escreve. É, pelo jeito nós só damos o devido valor às coisas quando as perdemos.
Quer saber? Qual o problema de curtir as novidades? Que se dane Casablanca: o bom mesmo é Kill Bill vol 1!

terça-feira, junho 21, 2005

She wants to go home...

Depois de ser impedida de postar aqui porque a unesp proibiu o orkut, msn e blogs da vida, resolvi me dedicar aos trabalhos finais da faculdade.
Estou tão, mas tão exausta que o que eu mais quero no mundo é ver filmes, ficar na net o dia inteiro puxando músicas e assistindo a Warner...
Minha rotina intelectual está basicamente assim: acordo às sete da manhã, vou pra facul, volto às seis da tarde, durmo às oito (sim, oito da noite), acordo meia-noite, fico lendo até às duas da madruga, assisto alguma besteira na tv, tipo Corujão, durmo de novo e acordo às sete...

Minha mãe e irmã ficam reclamando que elas trabalham muito no Japão. Fico imaginando o que é pior - se é o desgaste físico ou o mental. Na boa, acho que o intelectual é pior.

Na verdade tal desgaste aciona meu espírito workaolic, sempre pensando nos compromissos e deixando de aproveitar a vida. Será que vale a pena? Fico relembrando o ano passado, quando eu era bixete e tudo era mais divertido, cada balada era uma novidade. Pior que eu nem sinto saudades dessa época, pois, sinceramente, acho que tudo é bom enquanto dura: passou, passou.

Me arrependo de muita coisas que eu deixei de fazer. Dizem que pior do que se arrepender das coisas que fizemos é se arrepender das coisas que não fizemos.

Agora preciso gravar um rádio jornal...

Nada de divagar, somos manipulados a pensar somente no que convém à sociedade...



Sei que a Avril Lavigne é marketing total, é tosca, mas eu simplesmente a-do-ro a música e o clipe Nobody's Home. Me identifico muito com a letra, apesar dos clichês...principalmente este trecho:

Her feelings she hide
Her dreams she can't find
She's losing her mind
She's falling behind
She can't find her place
She's losing her faith
She's is falling from grace
She's all over the place

quinta-feira, junho 09, 2005

Love me two times

Sou uma pessoa que pensa em tópicos (ou pautas). Vamos a um exemplo simples: se estiver paranóica com meu cabelo, reparo no cabelo de todo mundo, na cor, penteado, etc. E nem reparo na roupa nova da pessoa ou se ela engordou 20 quilos. Não reparo mesmo. Levando para um exemplo mais complexo, vou contar algo que tem me deixado pensativa ultimamente: como que podemos gostar de uma só pessoa se o mundo tem cerca de sete bilhões de pessoas? Por que escolhemos tal indivíduo? Aí eu penso: mas nosso círculo é restrito, tipo o orkut, com umas trezentas pessoas no total. Corta as mulheres. Mais da metade. Pessoas de minha faixa etária. Sobra um terço. Que me interessem fisicamente (afinal, geralmente a primeira impressão vem da aparência física). Mais um monte de gente. Que sejam inteligentes, interessantes e com bom gosto musical. Saldo final: umas duas, três pessoas no máximo.

Mesmo assim...será que nosso coração tem um limite de pessoas para gostar? Ou será que é mais fácil gostar de uma pessoa só? Eu nunca tentei gostar de mais de uma pessoa. Se eu estou a fim de alguém, geralmente eu já fecho minha disponibilidade. Ou fazer igual ao Cazuza, que amava várias pessoas ao mesmo tempo. Só que ele era meio...Promíscuo? Depende do que for promiscuidade pra mim.

Sim, estou pensando caraminholas. Melhor deixar o coração decidir.
Divagações do dia dos namorados...


Quanto aos sisos...sim, melhoraram...e a coragem pra tirar os outros dois?

Love me two times, baby
Love me twice today
Love me two times, girl
I’m goin’ away