Vou postar minhas últimas descobertas destes tempos de marasmo criativo:
Música – NENHUMA
Cinema – NENHUMA
Teatro – NUNCA TEM NENHUMA DESCOBERTA
Livros – SEMPRE. Mas isso não conta porque ler, pra mim, é quase que involuntário. Tem letras, estou lendo.
Um campo eu posso preencher: EXPOSIÇÃO.
Pela primeira vez eu fui a uma exposição de um artista que admiro há um bom tempo. Matisse.
Quando teve a inauguração do francês na Pinacoteca, fiquei morrendo de vontade de ir, mas esperei a “badalação”. Agora, quase acabando a exposição, todo mundo, como eu, “se lembrou” de ir. E eu fui, em um sábado ensolarado, de bicicleta.
Nunca senti uma emoção tão grande diante de um quadro. É bem estranho você ver, ao vivo, uma obra que você leu sobre. Eu já vi outras exposições famosas, como Picasso. Mas Matisse sempre esteve em meu imaginário adolescente, pois me lembro de ter lido varios artigos em inglês sobre ele – quando eu estava empolgadíssima para aprender inglês, há mais ou menos 10 anos.
E, sábado passado, fico cara a cara com a obra. Foi bem emocionante.
Eis meu quadro favorito de Matisse.
Não me cobrem nada mais elaborado, nenhuma resenha crítica, porque acho que nunca senti inércia criativa maior em minha vida.
Esse eu também gosto!
Fim da cracolândia?
Há 9 anos

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