
Eu sempre digo que vou ficar livre da praga indie, mas no fim sou contaminada. Meu último vício é o CD novo do The Killers, Day & Age.
Aconteceu a mesma coisa com os álbuns anteriores. Será que eu não tive nenhuma evolução musicalmente falando?
...
Começou o Fórum Social Mundial, o Campus Party acabou, e vai ter show do Radiohead.
Aqui...Vai ter passeata dos brasileiros, protestando contra a situação dos estrangeiros no Japão.
terça-feira, janeiro 27, 2009
Desprezo
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Tatiana Aoki
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22:18
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Marcadores: campus party, The Killers
segunda-feira, outubro 29, 2007
A verdade do Tim Festival
Postei várias coisas juntas. É que vou postar, rapidamente, a real do Tim Festival, sem linguagem jornalística, como o post anterior.
Saldos finais:
- as duas bandas que abriram, Hot Chip e Spank, são melhores do que The Killers e, especialmente, Arctic Monkeys e Juliette and the Licks.
- dou três anos para ninguém mais se lembrar de Juliette and the Licks (volta pro cinema, Juliette).
- dou no máximo, estourando, 4 anos para ninguém lembrar de Arctic Monkeys.
- quanto ao The Killers, dou cinco anos para vê-los tocar em algum cassino de Las Vegas por 1000 dólares a noite.
- a Bjork é sensacional, mas não sabe escolher repertório para Festivais. Faltou mais Post e Verpertine.
- nem tinha tanto indie assim no Tim. Tinha gente com camiseta do Pink Floyd, além de tiozinhos. Provavelmente, para ver a Bjork.
- a Juliette é uma poser. Cante mais, role menos no chão.
- Arctic Monkeys, muito estáticos. Tocar e cantar com aquela vontade...prefiro pegar o cd e deixar rolar.
- como eu fiquei na grade no show da Bjork, me perdi de todo mundo que estava andando comigo. Fiquei sem celular, o maior desespero. Mas liguei para o telefone da minha irmã usando celular de desconhecidos.
- tem gente que eu conheço que entrou na Área Vip (a escória dos Festivais) na miúda. Né ......?
Leu mesmo?
Tatiana Aoki
às
22:17
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Marcadores: Arctic Monkeys, Bjork, The Killers, Tim Festival
Atrasos e shows rápidos marcam apresentações do Tim Festival
Começa com Spank, grupo norte-americano que mistura rap com música eletrônica. A banda estava bem articulada e apresentou um show curto, mas bem interessante, daqueles que vale a pena baixar o álbum para conhecer melhor.
Pontos fortes do Festival:
- havia muitos banheiros no local, o que diminuía a fila;
- a escolha das bandas deste ano superou a dos anos anteriores do Tim Festival;
- as mensagens via celular, mandadas pela platéia, apareciam no telão do Tim, fato que gerava risadas e constrangimentos;
Pontos Fracos do Festival:
- como a organização ousa em proibir máquinas fotográficas? Parece que a organização não entendeu ainda que quase todos os celulares de hoje em dia possuem câmeras digitais acopladas!
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Tatiana Aoki
às
18:18
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