O pão japonês é bem diferente do pão de forma do Brasil...
Minha mãe sempre ri quando eu falo de minha alimentação pra ela – para quem não sabe, faz seis anos mais ou menos que não moro com meus pais.
Quando se mora sozinho, tem que deixar de ser enjoado, aprender a cozinhar e, sim aprender errando.
Me lembro, aos 18 anos, fazendo salsicha pela primeira vez. Eu não sabia que tinha que ferver antes – para quem pensa eu sou alienada, juro que na embalagem não há nada escrito sobre “o modo de fazer” salsicha.
Mesmo depois de anos cozinhando por conta, comendo miojo e misto quente e depois evoluindo um pouco, posso dizer que minha comida é tragável, porém com um defeito: eu sempre como a mesma coisa, e não enjôo.
Acho que posso colocar a lista de alimentos que compõem 90% da comida que consumo:
- pão
- arroz
- queijo
- café
- leite
- maçã
- banana
- presunto (ou algo do gênero)
- alface
- tomate
- balas de caramelo
- abóbora
- pepino
- cebola
- chá verde
- peixe
- sopa em pó
Quando eu faço lista de compras, esses itens sempre estão lá. Mas, não me pergunte por quê, eu sempre esqueço as listas em casa, e chego no mercado sem lista. Claro, por preguiça, compro sempre os mesmos itens. De vez em quando me lembro de comprar algo diferente, porém me limito a comprar os mesmos produtos, só mudando a marca.
Eu sei que variedade é importante, que minha dieta, embora relativamente saudável, carece de alimentos como carne, outros vegetais e etc. Mas acho que desde criança eu não ligo muito em comer as mesmas coisas sempre.
E, sim, me importo com o que eu como – pois meu humor, minha disposição e minha pele estão diretamente relacionados aos alimentos.
Acredito no lema “você é o que você come”, porque, se você consome só junk food, com certeza não liga muito para sua saúde – ou melhor, não liga muito para você.
Fim da cracolândia?
Há 9 anos
