Prestem atenção: de junho a agosto, as ruas são invadidas por cascas laranjas – são as mexericas (mais especificamente a mexerica poncã, cultivadas inicialmente pelos japoneses), que pipocam em todos os lugares nesses três meses.
A mexerica fica a menos de 1 real o quilo e, por isso, ela é distribuída como sobremesa nos restaurantes populares da cidade; crianças são obrigadas a come-las na hora do lanche; os guardadores de carro, operários, donas de casa, consomem a mexerica na rua mesmo, enquanto descansam.
Até aí tudo bem, eu também adoro mexerica. Mas o problema está no cheiro: fica nas mãos, não tem sabonete que tire aquele cheiro de mexerica. E os fiozinhos brancos que recobrem a fruta, grudam na mão e não saem mais? Ninguém merece...
Fica o pedido para os químicos deste país elaborarem um sabonete eficaz na retirada do cheiro de mexerica nas mãos.


2 comentários:
vergonhoso ontem, Tati...
pior que o tal do Thiago comento no blog que a Diretoria da FEB determinou volta às aulas já.
Só faltava essa. As amebinhas dos alunos "loucos por aula" não fazem o óbvio sensato, a volta na quinta, e ainda possibilitam os docentes deles transgredirem as deliberações. Como assim?/
Medonho!
Escrevi sobre isso.
Abraço.
Ai Tati, que saudades da mexerica poncã!!!!vc ainda põe foto delas...deu água na boca de vontade,manda uma dúzia p. mim!!!!! sua mãe que te ama!!!!!
digo 3 dúzias!!!!risossss
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