segunda-feira, junho 25, 2007

A praga da mexerica


Prestem atenção: de junho a agosto, as ruas são invadidas por cascas laranjas – são as mexericas (mais especificamente a mexerica poncã, cultivadas inicialmente pelos japoneses), que pipocam em todos os lugares nesses três meses.

A mexerica fica a menos de 1 real o quilo e, por isso, ela é distribuída como sobremesa nos restaurantes populares da cidade; crianças são obrigadas a come-las na hora do lanche; os guardadores de carro, operários, donas de casa, consomem a mexerica na rua mesmo, enquanto descansam.

Até aí tudo bem, eu também adoro mexerica. Mas o problema está no cheiro: fica nas mãos, não tem sabonete que tire aquele cheiro de mexerica. E os fiozinhos brancos que recobrem a fruta, grudam na mão e não saem mais? Ninguém merece...

Fica o pedido para os químicos deste país elaborarem um sabonete eficaz na retirada do cheiro de mexerica nas mãos.

2 comentários:

Bruno Espinoza disse...

vergonhoso ontem, Tati...


pior que o tal do Thiago comento no blog que a Diretoria da FEB determinou volta às aulas já.

Só faltava essa. As amebinhas dos alunos "loucos por aula" não fazem o óbvio sensato, a volta na quinta, e ainda possibilitam os docentes deles transgredirem as deliberações. Como assim?/
Medonho!

Escrevi sobre isso.
Abraço.

Anônimo disse...

Ai Tati, que saudades da mexerica poncã!!!!vc ainda põe foto delas...deu água na boca de vontade,manda uma dúzia p. mim!!!!! sua mãe que te ama!!!!!
digo 3 dúzias!!!!risossss