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domingo, novembro 16, 2008

Ainda dá tempo para fazer alguma coisa?

Como me mudei recentemente para o Japão, parece que o meu ano está apenas começando, ou seja, ainda tenho tempo para milhares de coisas.

Só que, cronologicamente, o ano está acabando, por isso:

Ainda dá tempo de fazer as coisas simples, que sempre são postergadas, como trocar os móveis de lugar, ajeitar aquelas cartas esquecidas no armário e deixar seu ambiente de estudo mais agradável. Realizar grandes empreendimentos no final do ano pode ser frustrante, porque é na reta final que conseguimos fazer um balanço do que passou e também estabelecer as grandes metas para o ano seguinte. O ideal é apenas aparar os pequenos defeitos para criarmos novas coisas de forma substancial.


Mas é claro que esse “conselho” óbvio não vale para o Barack Obama. Meu filho, nestes dias finais de 2008 é bom você corrigir o incorrigível, viu?


No meu caso, acho que ainda tenho tempo de reformular meu blog. Acho que é minha maior meta até o final do ano. Fora isso, apenas tento viver meu cotidiano da forma mais positiva possível, analisando o que deu errado em 2008 para acertar em 2009.


E meu conselho final é o seguinte: em 2009, não pense muito no futuro, porque o bicho vai pegar. Palavra de quem está morando no bloco dos G7 e vendo que o negócio está pior do que o Crack de 29.




Por falar em eleições e Barack Obama...

Tendo um japonês medíocre, tento assistir aos telejornais diariamente. Durante as eleições, percebi nas entrelinhas que os japoneses eram a favor do Mccain e morriam de medo de Obama. Bom, era apenas uma suposição porque, se já é difícil entender o posicionamento da grande mídia brasileira em questões delicadas, que dirá depreender o que pensa a mídia japonesa.

E não é que eu acertei que os japoneses estão morrendo de medo do Obama? Li vários artigos sobre isso depois que ele foi eleito.

É, a mídia PIG não muda, em qualquer lugar do planeta.

Para finalizar, minha foto tosca sobre minha visão do Japão. Vou concorrer em concurso, blergh!

terça-feira, novembro 04, 2008

Interessou?

Novembro, Dezembro...

Este blog fará quatro anos!

Quem diria que ele me acompanhou por praticamente toda minha vida universitária, e agora nesta nova etapa de minha vida.

Vou mudar algumas coisas por aqui – talvez o endereço, talvez toda a estrutura...Estou pensando com meu cérebro que insiste em se manter “ocupado demais para pensar nisso”, porém ainda quero realizar mudanças em meu blog e torná-lo mais profissional e menos confessional. Se bem que, para isso, ultimamente tenho escrito em meu diário.
..........

Devo admitir que, depois de vir ao Japão, venho acompanhando mais fatos de relativa importância. Hoje não tenho o menor interesse na vida das celebridades, que dirá em fatos violentos ou curiosidades cotidianas.

Acho que vou promover uma campanha: por um jornalismo de relevância!

Antes de clicar em uma notícia, pense no seguinte:

Pra quê saber se a Ivete Sangalo perdeu o bebê ou não?

O que o novo lançamento dos cinemas tem a lhe acrescentar? Por quê não ver o clássicos primeiro? Ou, melhor ainda, ver o que realmente lhe interessa?

E pra quê saber se o pai matou os filhos e se enforcou depois? Essa necessidade de saber da vida alheia te deixa mais ou menos infeliz?

Não estou dizendo para viver em um isolamento e em um refratário blasé, porém acho que está na hora de sabermos que realmente repercute em sua vida. Fatos maiores que repercutem em seu cotidiano, entende?
Neste momento, leio obcecadamente as notícias da crise norte-americana (que agora está mais do que mundial), bem como as eleições do mesmo país. Por quê? Porque o meu futuro realmente está intrínseco a esta eleição. Infelizmente, moro em um país ultradependente dos EUA.