Mostrando postagens com marcador obama. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador obama. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Redes Sociais e Obama

Eu deveria comentar sobre a posse do Obama, sobre a guerra na faixa de Gaza e sobre o agravamento da crise mundial. Mas não, a única coisa que consigo pensar no momento é na compulsão das pessoas por uma coisa: sites de relacionamento.
Estou escrevendo uma matéria sobre isso, porém na realidade tenho pensado, nas últimas semanas, a respeito do aumento de nossa dependência em relação a redes sociais. Twitter, My Space, Facebook, LastFM, Mixi, Linkedin, HiFi e, claro, nosso bom e velho orkut. Sem contar MSN, salas de batepapo, De.li.ci.ous, Digg e todas as contas que criamos para acessar determinado conteúdo - e que somos obrigados a criar um login e senha para tal.

É tanta senha e obsessão em relação a esse assunto que, ultimamente, ando cansada de acessar conteúdos de redes sociais - incluindo aí o MSN.


...
No entanto, tenho que comentar a posse de Obama. Sob espectro de brasileira, a posse de Barack Obama é praticamente igual à de Lula em 2002, ou seja, sob o signo da esperança, mudança, do ¨eu também posso¨, entre outros. De fato, a posse de Obama, assim como a de Lula, é um marco histórico, pelo fato de que as minorias conseguiram quebrar uma barreira muito forte do imutável paradigma de presidentes homens/brancos/ricos.
Só que, para as tais minorias alcançarem o poder, elas devem se aliar e absorver 90% da ideologia dessa classe dominante. Ou seja, a mudança não é estrutural, e sim aparente. O que, de certa forma, chega a ser pior, pois as minorias sentem-se confortáveis em ver alguém em que possam identificar - mesmo que, na realidade, nada mude, e suas realidades continuem miseráveis.

É igual parar de tomar sorvete de baunilha e começar a tomar sorvete de chocolate. Mas na mesma sorveteria, sempre.


..Conexão: Obama venceu, em grande parte, por sua inserção em redes sociais.

domingo, novembro 16, 2008

Ainda dá tempo para fazer alguma coisa?

Como me mudei recentemente para o Japão, parece que o meu ano está apenas começando, ou seja, ainda tenho tempo para milhares de coisas.

Só que, cronologicamente, o ano está acabando, por isso:

Ainda dá tempo de fazer as coisas simples, que sempre são postergadas, como trocar os móveis de lugar, ajeitar aquelas cartas esquecidas no armário e deixar seu ambiente de estudo mais agradável. Realizar grandes empreendimentos no final do ano pode ser frustrante, porque é na reta final que conseguimos fazer um balanço do que passou e também estabelecer as grandes metas para o ano seguinte. O ideal é apenas aparar os pequenos defeitos para criarmos novas coisas de forma substancial.


Mas é claro que esse “conselho” óbvio não vale para o Barack Obama. Meu filho, nestes dias finais de 2008 é bom você corrigir o incorrigível, viu?


No meu caso, acho que ainda tenho tempo de reformular meu blog. Acho que é minha maior meta até o final do ano. Fora isso, apenas tento viver meu cotidiano da forma mais positiva possível, analisando o que deu errado em 2008 para acertar em 2009.


E meu conselho final é o seguinte: em 2009, não pense muito no futuro, porque o bicho vai pegar. Palavra de quem está morando no bloco dos G7 e vendo que o negócio está pior do que o Crack de 29.




Por falar em eleições e Barack Obama...

Tendo um japonês medíocre, tento assistir aos telejornais diariamente. Durante as eleições, percebi nas entrelinhas que os japoneses eram a favor do Mccain e morriam de medo de Obama. Bom, era apenas uma suposição porque, se já é difícil entender o posicionamento da grande mídia brasileira em questões delicadas, que dirá depreender o que pensa a mídia japonesa.

E não é que eu acertei que os japoneses estão morrendo de medo do Obama? Li vários artigos sobre isso depois que ele foi eleito.

É, a mídia PIG não muda, em qualquer lugar do planeta.

Para finalizar, minha foto tosca sobre minha visão do Japão. Vou concorrer em concurso, blergh!