segunda-feira, junho 18, 2007

Valor


Fizemos um bate e volta para Sampa, a fim de ir ao encontro nacional de estudantes. O encontro foi relativamente morno, uma vez que a coisa mais legal do dia situou-se entre o encontro entre estudantes da Unesp e a subida ao relógio, que me deixou com uma tremenda dor nas pernas.

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Mas acidentes acontecem quando a gente menos espera. Parece que isso foi um baque, daqueles que me dizem: Viu, você não é onipotente. As coisas não acontecem pelo simples racionalismo, nem tudo é somente matéria.

A sensação de impotência perante certas coisas, as coincidências acerca de certos fatos fazem qualquer um refletir a respeito da inevitabilidade da vida ou da morte.

Eu sempre quis abraçar o mundo, penso que ficar sem fazer nada é vagabundice. Mas quando a gente vai sentar, parar, e refletir sobre a própria existência?

sábado, junho 16, 2007

Daquiapouco

Bom, vou fazer um micro diário.
Daqui a três horas terei de acordar para ir a São Paulo na ocupação da USP. Um bate e volta com cerca de 10 horas de viagem, mas que vale a pena.

E daqui a seis meses me formo. É sé-ri-o.
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Agora estou sem celular - meus problemas com celulares ainda não acabaram. Foi o terceiro com problema este ano. Vou comprar um pager por aí.
hahaah..
há alguns anos eu usava walkman, windows 98, máquina fotográfica manual, video cassete...
e hoje nem lembro da existência desses aparatos tecnológicos.
Alguém aí se sente mais feliz por essa suposta evolução? Parece que me sinto pior.

segunda-feira, junho 11, 2007

Deixa eu brincar de ser feliz

Foi um show emocionante, simples, direto, sem rodeios, sem lágrimas perdidas dos integrantes da banda - mas muito chororô dos fãs.

Parece religião, tamanha a adoração que o Los Hermanos exerce no público. O pessoal imita tudo, tem orgulho em afirmar que só ouve essa banda e que chora toda vez que ouve a tal música. E é essa adulação absurda que me enoja - e, garanto, os próprios integrantes da banda devem odiar também.
Mas devo admitir uma coisa: os caras são bons. Um toque meio Weezer, meio Caetano, meio samba, meio ska, meio Radiohead. É evidente, meio pós moderno. Mas as letras, ah as letras.
Como não pensar que "O Vencedor", aparentemente despretensiosa, esconde uma ideologia ainda mais surpreendente? Que mobiliza multidões?
O forte da banda são, sim, as letras. E olha que eu nem levo tão em conta esse aspecto da música, pois acho que música e poesia são elementos conjuntos, mas não indissociáveis. Uma composição pode ser horrível e ter letra relativamente boa (caso da famigerada Legião Urbana), como pode ser ótima e simplesmente não ter nenhum verso relevante (vide a música eletrônica).
Mas Los Hermanos, fugindo do mercado, com um álbum anti-anti do anti - "Bloco do Eu Sozinho" - que foge totalmente do estereótipo da Ana Júlia do cd anterior, conquista os fãs fiéis, não os descartáveis que procuravam "Anas Júlias" para cantarolar no carro.
Não tinha banda assim no Brasil - em 2001, só dava Charlie Brown, Jota Quest e afiliados.

E, sim, Los Hermanos é minha banda nacional favorita. Acho triste admitir isso, porque não gostaria de ser mais uma chorona no último show dos caras.
Mas não deu, me emocionei nas duas primeiras músicas que tocaram, do "4".
Vai fazer falta a ausência...mas por outro lado, força os fãs mais fiéis a ouvirem pelo menos as influências mais diretas dos barbudos cariocas.

sexta-feira, junho 08, 2007

Her Name is Rio

Essa música é do Duran Duran e não tem nada a ver com o Rio de Janeiro. Mas enfim, estou antiga capital federal do país e por aqui está uma temperatura boa e amena...
Entretanto, o que eu tenho mesmo é um desabafo. Tô cansada, preciso de férias das pessoas - depois de certo tempo, elas só me desgastam. Meu maior desejo não é ver o "último" show do Los Hermanos, muito menos rever o Cristo, as preparações para o Pan e o Pão de Açúcar. Minha vontade é:
- ficar lendo um monte de coisas
- ser obrigada a ver filmes embaixo da coberta
- andar de bike na orla de uma praia
- ficar olhando o céu estrelado
- conversar com a minha irmã
- dormir, dormir, dormir
- comer bolachas de padaria sem me sentir culpada depois
- ficar sem lentes de contato

Quero ficar sozinha. Até me cansar e sair correndo atrás das pessoas que amo.

sábado, junho 02, 2007

Fotos passeata USP


Movimento

Não sei como definimos nossa posição política, mas considero que, pra alguém fazer jornalismo...sinto muito, você tem que ter pensamento crítico. Não só em relação ao senso comum, como também à própria mídia e a seu futuro local de trabalho.
Escolhi fazer jornalismo por quê? Meus objetivos foram mudando ao longo do curso, mas o que ficou em mim foi sempre esse pensamento de que as coisas nem sempre são assim por que são. Algo está por trás disso.

Para tanto, fico me questionando o que está acontencendo nesses últimos tempos. Greves, ocupações, reivindicações em massa, distorções, manipulações. Em quatro anos de universidade pública, nunca vi tanta mobilização da galera que se sente, sim, injustiçada e não quer ficar de braços cruzados.
Tenho certeza de que estamos vivendo um momento histórico na educação paulista (pelo menos) e nem estamos nos dando conta disso. Só agora percebo que um tema que pauta toda a mídia só pode ser importante.
Ficou a fim de participar? Olhem o blog Greve não é férias e vejam que nem só de revolucionários clichês o movimento estudantil é feito. Vide festa junina de ontem, organizado pela Comissão do Movimento Estudantil, que foi melhor do que muita festa tradicional da Unesp.
Pra que ficar em casa, acompanhando assiduamente o que está acontecendo só pela mídia? Vai ver de perto, todo mundo pode.

Parece um texto demagogo, mas quero só ver minha mãe lendo isso. Ela acha um absurdo eu ficar aqui por causa de uma greve em vez de me dedicar integralmente ao relatório final da Fapesp.
Calma mãe, vai dar tudo certo.

terça-feira, maio 29, 2007

Ato na quinta, festa, churrasco....

Primeiro ponto: estamos em greve. Ninguém gosta de greve, embora nosso querido Lulla insista na idéia de que para os servidores públicos greve seja sinônimo de férias.
Gente, não foi o mesmo Lulla que era o sindicalista das maiores greves do país?

Continuando: estamos em greve por tempo indeterminado. Não garanto que ficarei por aqui, depende de diversas circunstâncias. E sei que estou lotada de compromissos inadiáveis, portanto, devo me administrar um pouco antes de qualquer passo.
Mas quinta é dia de protestar em São Paulo, no Morumbi.

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E amanhã iremos tirar as fotos oficiais para a formatura. Isso assusta: estão acabando os melhores anos da minha vida. Se foram os melhores? Não sei, ainda estou vivenciando-os, então não consigo ser imparcial.
Mas o fato é que, daqui a pouquíssimos meses eu estarei fora de Bauru. Saindo da cidade sanduíche, que me fez passar muitos aperreios, felicidades e novidades.

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Pelo menos sábado tem churrasco da formatura. Esses sim, garanto que foram os melhores.


sexta-feira, maio 25, 2007

Terminei o Penapolense

Só quem já fez isso sabe o que é terminar o jornal de 1915 O Penapolense.

Marco histórico do meu semestre...
E hoje só na festa de Rádio pra comemorar. Comprei e mandei fazer a fantasia, tudo bonitinho. Mas quem disse que vai dar pra usar a roupa que eu mandei fazer?


quinta-feira, maio 24, 2007

Ocupação USP

Faz tempo que isso está acontecendo, não me manifestei ainda, mas o fato é que a ocupação da USp é legítima. Dou apoio à iniciativa dos alunos e vejo como a Unesp e sua fragmentação colaboram para a desmobilização das unidades.
A greve é iminente, mas não tenho a menor idéia de quanto tempo irá durar - não sei se é bom ou ruim uma greve duradoura, mas o fato é que as reivindicações devem ser atendidas.

Dou total apoio à USP e mostro meu repúdio à cobertura da grande imprensa - que distorceu, sim, as informações.


Estou relativamente inteirada das ocorrências, e sei o quanto a ocupação, o decreto do Serra e as medidas reacionárias de Lula estão sendo manipuladas pela grande imprensa.
O que mais me deixa indignada é: se este fato, de que tenho conhecimento, está sendo manipulado, o que dirá da política nacional, da economia, das operações da Polícia Federal, temas dos quais não saberia quase nada se não fosse a tal grande mídia? Pior: e a política internacional, cuja cobertura é baseada nas grandes agências de notícias, como a Reuters?

Estou indignada com a minha futura profissão. Temos direito à greve. Nas universidades públicas as PMs não podem entrar. E, pra piorar: como os reitores (indicados pelo governador) concordam com uma medida que não muda em nada a autonomia da universidade pública? Então por que foram feitos esses decretos?
A imprensa não está fazendo os questionamentos corretos.

terça-feira, maio 22, 2007

Bandas BOAS




Eu admito que gosto de umas bandas toscas. Estou ouvindo várias coisas que são o cúmulo da indústria cultural. Pega essa:





- Fall Out Boy - This Ain't A Scene, It's An Arms Race


- RBD - Salvame


Tem várias outras nesse nível de indústria cultural, que estão no meu mp3. Mas eu não ouço somente coisas boas:

Tô ouvindo:

- Bjork - Volta (o cd inteiro)

- Kings of leon - because of the times

- Arctic Monkeys - Favourite Worst Nightmirror

- Klaxons - Myths of the near future

- Nine inch nails - Year Zero

- Snow Patrol -Eyes Open

segunda-feira, maio 21, 2007

Achei minha agenda!



Meu quarto: que vergonha...







Meu quarto está uma zona: mil jornais, livros, revistas, xerox, cadernos, fichamentos, papéis e outros impressos espalhados pelo meu quarto. Diante disso, procuro minha agenda para anotar meus afazeres e me organizar quando, pasme, ela sumiu!

Cadê minha agenda?

Lá eu anotava tudo que tinha que fazer (se bem que eu anoto também no meu celular e no calendário de parede, bem como na minha mão e em papéis aleatórios). Depreende-se que eu não conto nunca com a minha memória – ela não é tão ruim assim, mas eu simplesmente anoto tudo que tenho que fazer, porque prefiro ter a certeza de que anotei meus afazeres.

Entretanto, durante esta semana, minha agenda querida simplesmente sumiu!

Procurei no laboratório da minha faculdade, no meu quarto, no “achados e perdidos” da Unesp, entre outras medidas. Em vão.

Eis que, num domingo à tarde, conversando com minha irmã pelo telefone, consto que minha agenda linda está no meio dos meus cds (tenho um monte de cds empilhados, porque não tenho um porta-cd que comporte todos os meus preciosos elementos da música mundial).

Fiquei tão feliz...porque, convenhamos: na minha agenda tem coisas (muitas vezes em códigos) que são muito mais confidenciais do que este blog. Nem te conto o que tem lá.

terça-feira, maio 15, 2007

Novo Hype

Eu procurei, procurei e procurei, mas não achei a maldita foto do mais novo hype da moda: a mochila do "Aluno Presente" - sim, aquela azul com a frase anteriormente citada em amarelo!
Todo mundo tem, mas o mais engraçado é que as crianças (teoricamente, a maioria dos alunos) não usam a tal mochila, apenas os adultos. Como eles conseguem aquele objeto de desejo? Eu quero uma pra mim.
Ando pelas ruas e só dá ela: você circula pela Barra Funda (estação de São Paulo) e o que mais tem são as mochilas azuis com o logo do governo de São Paulo. A questão é: quem distribui as mochilas? Vou averiguar em um próximo post e também vou tirar uma foto, pois não achei a mochila na Internet (apesar de estar nas costas de todo mundo).

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O post anterior é polêmico e tal, afinal, todo mundo achou uma graça o Miss Sunshine. É a geração MTV, que precisa de clichês, cores e identificações imediatas (e eu me incluo nessa categoria)

segunda-feira, maio 14, 2007

Péssima Miss Sunshine


O deadline passou, mas só ontem à noite que eu assisti ao Pequena Miss Sunshine.


Deixando de lado que o longa é uma imitação barata do clipe do Blind Melon -No rain (que conta a história de uma garotinha meio desengonçada que quer ser reconhecida), bem como do estilo de um dos meus diretores favoritos, Wes Anderson, o filme inicialmente me agradou. Mas os erros começam:


- por que a família inteira teve que ir na Kombi, sendo que eles tinham outro carro? Tio suicida? Filho revoltado? Honestamente, eles não queriam ir e a desculpa para os dois irem à viagem e seu consequente convencimento foram tão rápidos que não permitiu que o telespectador pensasse e considerassem a idéia plausível. Aliás, perceberam a rapidez da decisão de ir ao concurso?


- a dança no palco. Clichê? Vergonha Alheia? Filme anos 80?Um pouco de tudo isso.


- o cara é daltônico e não sabia? Onde ele estudou? Em casa? Se ele tivesse ido à escola, com certeza depararia com uma situação em que deveria ter noção da diferença entre cores...


- o vô morre, fica fedendo no carro e a funerária não cobra nenhuma daquelas documentações como fora cobrado no hospital...


- a filha dançando daquele jeito. Me poupe mas, sem querer ser moralista, dava pra ela ter dançado ridiculamente sem fazer strip tease.


- quanto ao estilo Wes Anderson. Pra quem não sabe, Wes Anderson dirigiu o filme Excêntricos Tenembauns - estética amarelada, família bizarra e grande, suicídio. Mera coincidência? Deu pra perceber nitidamente suas influências (não seriam imitações?).


Não gostei mesmo, o filme é um lixo.

Nota 3 pelas vezes em que eu ri (um pouco)


domingo, maio 13, 2007

Por que fui ler Paulo Freire?


Depois de ler Paulo Freire e seu livro Educação e Mudança (em meio a um bilhão de livros que devo ler e não li ainda), meus conceitos mudaram, tudo que eu pensava que era certo talvez não seja tão certo assim, tudo que eu dava como fato não é mais fato. Tudo, absolutamente tudo, foi por água abaixo.
Parece que eu tomei um balde de água fria nesses dias frios e chuvosos de maio. Não tenho inspiração - tudo que escrevo me dá um baque. Será que isso condiz com o que faço?
Minha autocrítica está no nível nunca alcançado. Parece que me tornei uma advogada do diabo que cuida do meu próprio caso. O caso, neste momento, é a minha vida e todas as minhas ideologias.
Ficou curioso? Não fique, leia - o livro é pequeno, você lê em uma tarde e literalmente treme nas bases.

sexta-feira, maio 04, 2007

Quanto vale ou é por quilo?

Depois de ver esse filme, a única vantagem que eu vejo nesse capitalismo atual é que, pelo menos, tem gente contra isso (e que se manifesta!). Fiquei chocada, chorei, pensei, fiquei com vontade de chutar tudo. Mas me controlei porque estava no meio da aula de sexta à tarde.
Tive de sair antes do debate para atendimento individual. Uma tristeza, um lixo, pensar no próprio umbigo o tempo todo.
E parece que esse tempo todo tem que ser o tempo todo, porque senão alguém te passa a perna. A universidade é apenas o protótipo do mundo real, cruel, perverso. Pelo menos é isso que ouço quando vou a São Paulo e vejo que gente super competente, com currículo e tudo, e desempregada.
Gente que se formou na USP e trabalha temporariamente.
A cada dia me dá mais medo, porque parece que a gente é ensinada a não acreditar em nada, em ninguém.
O filme retrata a pobreza e sua semelhança com a escravidão. Nada mudou? O filme aparenta que não. Embora Sérgio Bianchi escolha com pouco critério seus atores (tem vários péssimos, dignos do Framboesa de Ouro), o roteiro compensa e muito.
Aí eu volto pra casa, como, leio Piauí deitada na cama...rotina. Pra quem pensar nisso mesmo?

quinta-feira, maio 03, 2007

De volta

Esse circuito de ir e voltar de Bauru pra São Paulo é, ao mesmo tempo, entediante e legal.

Estou sem inspiração pra este blog em especial - minha cabeça está ocupada com coisas que não seriam pautáveis aqui.

segunda-feira, abril 30, 2007

Contexto no hospital

Vou postar de novo.
E la fui eu ao hospital Sao Paulo - da Unifesp - tentar fazer a materia do Alzheimer para o Contexto. Nem estava esperancosa, porque hoje e vespera de feriado. Chego la, tudo fechado. Apenas o hospital de plantonistas estava aberto. Entrei e vi o porque de nunca querer ser medica - pessoas em macas no corredor, gente chorando, outras esperando com ataduras no corpo, cheiros estranhos (sangue ou qualquer outra coisa que prefiro nao imaginar). Entrevisto um neuro clinico e, como sempre, esqueco de tirar foto. Mas enfim, apos isso marco entrevista na quarta, na sessao dos dementes. Sim, se voce tiver Alzheimer voce sera enquadrado como um demente. Eu vou ou nao vou? Nao sei, mas acho isso relativamente um jornalismo gonzo ou um jornalismo que me faz pensar se algo vale a pena. Posso esquecer tudo em pouco tempo.

Neon Bible


Vai la, tenho que fazer uma resenha de um cd. Como estou ouvindo o ultimo do Arcade Fire...


Lancado recentemente, o novo album do grupo canadense Arcade Fire e ainda mais obscuro do que o anterior - Funeral. Ambos dao nome aos bois, de maneira ironica, claro. Neon Bible critica os Estados Unidos sem cair no senso comum e sem ser um album estritamente politizado, como o American Idiot, do Green Day, cujo sucesso se deu justamente porque os integrantes criticaram o pais em que vivem.

O Arcade Fire entra na categoria indie experimental - o que na realidade fica mais para o experimental, pois nao ha aqueles cliches da cena indie atual. Alguns instrumentos estao em quase todas as musicas, como a sanfona e o orgao. O ponto alto do cd e a musica No cars go, uma especie de grand finale - e o interessante e que Neon Bible vai ficando melhor a cada musica, como um epico.
Ha quem diga que o novo do Arcade Fire seja o Dark Side of the moon (do Pink Floyd) do seculo XXI, como afirmou o site All Music. Mas nao fique achando que sera uma releitura ou uma imitacao da banda inglesa, porque o Arcade Fire tem motivos de sobra para ser elogiado pelos grandes nomes da musica, como David Bowie e David Byrne...ponto para o rock canadense, sempre criticado por terem como exemplos grandes nomes como Celine Dion e Nickelback...

sexta-feira, abril 27, 2007

Um dia bizarro

Ontem foi um dia bizarro da minha vida bauruense. Um dia excepcional, posto que ocorreram coisas extremamente excepcionais.
Eis um cronograma:
8:50
- chego em frente à bica da USP para fazer o protesto de "enterro" da Unesp para o Pinotti, que ia dar uma palestra na USP. O dito-cujo não apareceu. Ficamos revoltados, mas resolvemos protestar de preto assim mesmo. Entramos no Congresso de Educação, nos cadastramos gratuitamente e recebemos uma bolsa com diversos brindes.

10:30
- entramos na palestra e esperamos um pouco para começar o protesto de maneira pacífica. Contudo, o intervalo foi dado e a gente foi fazer uma boquinha com quitutes da padaria Copacabana - a melhor de Bauru.

11:00
- realizamos o protesto, com um enterro na palestra. Foi legal, mas nem tanto.

12:00
- vou pra casa, estudo. E descubro que terá outra boquinha às três da tarde. Resolvo aparecer lá um pouco antes, para disfarçar. Entretanto, a palestra estava tão boa - melhor do que a maioria das palestras que eu fui - que resolvi ficar até o final.

15:30
- o Goiaba e o Ênio chegam, com suas respectivas bolsas de abastecimento de salgadinhos - "para a janta e a ceia pós-festa". Ri tanto com as peripécias de "furtar" salgadinhos da Copacabana junto com o Goiaba, a Yumi e o Ênio, que chorei de rir.

17:30
- resolvi fazer exercícios noturnos com a finalidade de digerir os milhares de salgadinhos de palmito com ricota, bolo de cenoura, 4 copos de suco de laranja, além do cafezinho. Peguei minha bicicleta e dei uma volta por aí. Contudo, começou uma chuva absurda, a ponto de eu não enxergar mais nada e entrar no supermercado encharcada. Nunca tomei tanta chuva na minha vida bauruense...

00:45
- fui à festa de jornalismo noturno. Foi legal, bebi uma batida horrível e uma cerveja pior ainda. Discuti com meu namorado, mas isso não é bizarro, é relativamente normal.

The end.

quarta-feira, abril 25, 2007

Cansada

Ainda bem que o maldito feriado tá chegando. Serão quatro dias em que eu não quero estudar, nem mexer em livros e afins. É claro que isso não vai acontecer, mas às vezes eu sonho o dia em que direi: "não tenha nada pra fazer hoje. Vou ler qualquer coisa, jogar videogame, etc".
Mas agora eu realmente vou jogar Mario Kart. Sou uma viciada no jogo.