segunda-feira, agosto 06, 2007

Prova Estadao

Pergunta: qual o nome da rua da Casa Branca (sem olhar no Google)? E qual o nome do meio de Darwin?
Sim, esses foram alguns dos exemplos que apareceram na prova do Estado. Beleza, a concorrência ta forte, mas...e esse o critério de escolha? Quem pega os detalhes, por mais absurdos e inúteis que eles sejam? Pelo jeito, o melhor e ler e reler o livro Guia dos Curiosos para passar, em vez de ler jornal diariamente. A única coisa boa foi que, de 50 questões, NENHUMA era de esportes – ainda bem, porque esse e o único caderno que eu não encosto.
Para completar, os candidatos não podem levar o caderno de questões, ou seja, não pode conferir o gabarito, a não se que anote na mão as 50 letrinhas. Ah, e esqueci: a redação na realidade não conta praticamente nada, ela e apenas eliminatória – ou seja, não precisa saber escrever, mas precisa saber em que Estado a Gisele Bunchen nasceu...

Ta, ta, mudando de assunto. Hoje eu rodei tanto tempo no shopping para comprar o presente do meu namorado que eu quase fiquei tonta. Como cansa comprar coisas que não são para mim! No meio do caminho quase desisti e comprei um sapato pra mim mesmo, mas pensei bem e resolvi continuar minha luta incessante a fim de encontrar o presente ideal. Acho que agora vai.

Hum, e outra coisa: ontem eu estava comendo batatas assadas da padaria e, olha o que eu acho...um bicho!! Daquelas minhocas nojentas! Quase vomito no prato, mas mantive a pose.

No morango, na mexerica, na banana, na alface, no tomate, na berinjela, no limão, na laranja, eu já encontrei os danado e hoje os como com ressalvas. Mas na batata assada? Vou ficar longe delas por um tempo...

sábado, agosto 04, 2007

Damn Harry Potter


Tudo começou quando eu tinha uns 15 anos, e o Rodezio e o Lucas estavam comentando sobre o primeiro livro do Harry Potter. De um jeito leigo, perguntei o que tinha de mais esse tal de Harry Potter.
Rodezio se propôs a emprestar o livro para mim e, como uma colegiada que não tem grandes compromissos alem de ir ao colégio, prontamente aceitei.
Abri o livro, sem grandes perspectivas. Achei-o um tanto sem graça, ainda mais pela empolgação de como o Rod e o Lucas falavam da obra de J.K. Rowling. Li, nem curti muito, mas o desafio estava lançado – me mostraram o segundo livro.
Dessa vez, demorei certo tempo para ler, pois na realidade achei esse livro bem ruim. Pensei: “agora chega de ler essa saga tosca”. Ledo engano, os dois me mostram o terceiro: li, e gostei. Gostei muito.

O filme e lançado. Na maior expectativa de ver minhas imaginações a respeito das locações e dos personagens concretizadas, que em grande parte do filme me decepcionaram, assisti ao filme, digamos, tosco. Mas nada abalou o quarto livro, que consumi em apenas uma tarde, lendo e tomando Toddy em caixinha.
E assim foi se dando a saga de Harry Potter em minha vida: ate o quinto livro, o Rodezio me emprestou. Neste ultimo, estava me mudando para Bauru em 2004. Consumi o livro enquanto desempacotava caixas, roupas, e me estabelecia na nova cidade.
O sexto livro eu li em inglês, emprestado do Rafa. Descobri que Rowling escreve muito melhor que a tradutora, e me senti levemente arrependida de não ter explorado as obras na versão britânica.
E, finalmente, a saga chega ao fim. Foram seis anos lendo esse bruxinho que pentelha minha vida, consome horas e horas de leituras e discussões inúteis, sem contar os gastos com cinema e pipoca (sim, vi todos os filmes da saga no cinema).
Quem vai me emprestar esse ultimo livro, hein? Eu não vou quebrar o protocolo e comprá-lo: pelo menos me dou o prazer de dizer que não me rendi por completo a industria cultural...

Ferias

Depois de muito custo, chego em Sao Paulo, pego a passeata Fora Lula - e xingo esses babacas de Nike Shox que acham que politica e usar nariz de palhaco que esta tudo feito.

Aqui esta tudo bem, na realidade estou super cansada, com vontade de nao fazer nada por varios dias...
So quero comer, dormir, e ter sossego pelo menos uma vez no meu ano de 2007 - e que ano.

sábado, julho 28, 2007

Raiva

Estou com tanta, mas tanta raiva, que se o objeto da minha raiva estivesse nas minhas mãos...ah, eu quebrava.
Já passei do nível da tristeza, indignação, revolta, ódio, e agora só sinto raiva. Daqui a alguns dias, quero sentir apenas indiferença.

quarta-feira, julho 25, 2007

Emprego dos sonhos


Quase todo mundo que eu conheço não tem o emprego que sonhou: reclama que não aguenta mais, sonha com o final de semana, leva trabalho para casa e etc. Assim, fico com medo de ser mais uma frustrada no emprego e, como todo mundo, acho que não escolhi o emprego dos sonhos.
Porque na verdade o emprego que eu queria ter é ser música. Rock star mesmo: entrar no estúdio para gravar cd, pegar a estrada para fazer uma turnê e, porque não, pegar avião todos os dias e rodar o mundo no novo álbum...
É claro que essa carreira é a mais concorrida do mundo, e que todo mundo que gostaria de ser músico deve ouvir: "você nunca vai dar certo, desiste, faz Direito"...

O mundo está cada vez mais concorrido, cada vez mais assombroso. Uma escolha errada faz com que seu destino mude para sempre. Não, não vou virar rock star - no máximo vou cantar no videokê. Mas o que eu mais queria é fazer tudo que sempre sonhei, na minha profissão mesmo. Sem glamour, sem falso comprometimento: quero ser jornalista, no jornalismo ideal. Sem ter medo disso.

quinta-feira, julho 19, 2007

E o semestre acaba

Ontem eu estava no laboratório de jornalismo quando uma bixete veio perguntar algumas coisas para mim sobre o curso. Ao olhar para ela, pensei em quantas perspectivas ela deve estar passando: se vai trabalhar na Globo, se as aulas da Unesp são boas mesmo, etc.

Pensei um pouco e respondi que as melhores coisas que eu fiz na faculdade não foram necessariamente as aulas, mas o que a universidade me proporcionou: pesquisa, extensão, entre outros. Dei a dica, e espero que ela não tenha me levado a mal pensando que as aulas não prestam, etc. Pelo contrário, várias matérias mudaram totalmente minha forma de pensar o mundo.

O fato é que, agora, já era - a faculdade está acabando, daqui a alguns meses estarei com a minha vida completamente diferente - o que me deixa feliz e triste ao mesmo tempo.
Hoje eu não odeio mais Bauru; na verdade outras coisas me entristecem, como pessoas que estão na Unesp, sendo pagas pelo Estado para estudar, e ficam somente "curtindo a vida adoidado". Ao mesmo tempo que tenho pena, penso até que ponto a miséria do nosso ensino chegou. E estou saindo dele, aplicando o que aprendi nesses quatro marcantes anos.

Já falei diversas vezes que está acabando, que está chegando o dia...mas hoje, pela primeira vez, sinto que daqui a pouco mais de 4 meses minha vida vai ser outra.

quarta-feira, julho 11, 2007

Meu pescoço querido

Nunca escrevi tanto como estou escrevendo nessas últimas semanas, tudo para terminar meu relatório final. Sim, minha iniciação científica está acabando - bem como minha bolsa, meus dias em que meu melhor amigo era meu computador, entre outros aspectos.

Por conta disso, faz séculos que não visito blogs, não olho nem o meu próprio blog - que está às moscas, entendo...
Mas nada se compara ao meu pescoço: ele dói tanto que dá vontade de ficar de ponta cabeça para aliviar (já tentei fazer isso, mas não deu muito certo). Além disso, meus dedos estão com LER de tanto digitar, minha coluna dói estupidamente e eu durmo pensando em que escrever no relatório.
Eu sei de cor quem foram todas as pessoas mais importantes de Penápolis na década de 30, sei porque foram dados os nomes das ruas, das praças e das escolas da cidade. E sei qual a origem do nome da Sabrina Sato - ela é de Penápolis, sabia?

Minha overdose de Penápolis vai render uma LER, uma tendinite e muitas horas sem dormir.
(deixa eu voltar a escrever meu relatório, porque esse computador já está me dando ânsia).

segunda-feira, julho 02, 2007

Eu não acredito

Eu não acredito que mudei.
"Ah não mude Tati, gostava do seu jeito".
Não me venham com lorotas, pois eu adoro mudanças - é bom ver tudo...novo.

segunda-feira, junho 25, 2007

A praga da mexerica


Prestem atenção: de junho a agosto, as ruas são invadidas por cascas laranjas – são as mexericas (mais especificamente a mexerica poncã, cultivadas inicialmente pelos japoneses), que pipocam em todos os lugares nesses três meses.

A mexerica fica a menos de 1 real o quilo e, por isso, ela é distribuída como sobremesa nos restaurantes populares da cidade; crianças são obrigadas a come-las na hora do lanche; os guardadores de carro, operários, donas de casa, consomem a mexerica na rua mesmo, enquanto descansam.

Até aí tudo bem, eu também adoro mexerica. Mas o problema está no cheiro: fica nas mãos, não tem sabonete que tire aquele cheiro de mexerica. E os fiozinhos brancos que recobrem a fruta, grudam na mão e não saem mais? Ninguém merece...

Fica o pedido para os químicos deste país elaborarem um sabonete eficaz na retirada do cheiro de mexerica nas mãos.

Adeus à ocupação

Interessante a perspectiva da mídia e das pessoas contrárias a ocupações, greves, e qualquer outro tipo de manifestação contra o status quo. Afirmam que os manifestantes da USP, ao saírem após 50 dias, o fizeram porque querem férias em julho – e não porque estão desgastados física e psicologicamente, bem como abalados porque a polícia invadiu impunemente o campus da Unesp de Araraquara.

Essa afirmação de que a ocupação foi “férias” nada mais é do que um achismo: é divertido limpar um ambiente imenso, comer salsicha diariamente e conviver com a ameaça policial por 50 dias? Para os favoráveis à manutenção da ordem, férias é algo tão patético e tão mecânico quanto ir trabalhar, estudar: não quero pensar sobre um outro tipo de realidade. Tenho que ter minhas férias em julho – vou para Campos do Jordão gastar horrores em uma pracinha linda, contrastada com uma periferia – sim, Campos do Jordão tem periferia e (!) favelas.

Que tristeza saber que tem gente passando fome e comendo salsicha enquanto eu tomo meu chocolate quente nesse país tropical.

Como sugeriu um professor (não seria um tecnicista?) de Engenharia: vamos fazer um muro separando nós (os mantenedores da ordem) e eles (os arruaceiros). Façam, por favor! Uma mudança calcada por tijolos e cimentos.

segunda-feira, junho 18, 2007

Valor


Fizemos um bate e volta para Sampa, a fim de ir ao encontro nacional de estudantes. O encontro foi relativamente morno, uma vez que a coisa mais legal do dia situou-se entre o encontro entre estudantes da Unesp e a subida ao relógio, que me deixou com uma tremenda dor nas pernas.

..........

Mas acidentes acontecem quando a gente menos espera. Parece que isso foi um baque, daqueles que me dizem: Viu, você não é onipotente. As coisas não acontecem pelo simples racionalismo, nem tudo é somente matéria.

A sensação de impotência perante certas coisas, as coincidências acerca de certos fatos fazem qualquer um refletir a respeito da inevitabilidade da vida ou da morte.

Eu sempre quis abraçar o mundo, penso que ficar sem fazer nada é vagabundice. Mas quando a gente vai sentar, parar, e refletir sobre a própria existência?

sábado, junho 16, 2007

Daquiapouco

Bom, vou fazer um micro diário.
Daqui a três horas terei de acordar para ir a São Paulo na ocupação da USP. Um bate e volta com cerca de 10 horas de viagem, mas que vale a pena.

E daqui a seis meses me formo. É sé-ri-o.
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Agora estou sem celular - meus problemas com celulares ainda não acabaram. Foi o terceiro com problema este ano. Vou comprar um pager por aí.
hahaah..
há alguns anos eu usava walkman, windows 98, máquina fotográfica manual, video cassete...
e hoje nem lembro da existência desses aparatos tecnológicos.
Alguém aí se sente mais feliz por essa suposta evolução? Parece que me sinto pior.

segunda-feira, junho 11, 2007

Deixa eu brincar de ser feliz

Foi um show emocionante, simples, direto, sem rodeios, sem lágrimas perdidas dos integrantes da banda - mas muito chororô dos fãs.

Parece religião, tamanha a adoração que o Los Hermanos exerce no público. O pessoal imita tudo, tem orgulho em afirmar que só ouve essa banda e que chora toda vez que ouve a tal música. E é essa adulação absurda que me enoja - e, garanto, os próprios integrantes da banda devem odiar também.
Mas devo admitir uma coisa: os caras são bons. Um toque meio Weezer, meio Caetano, meio samba, meio ska, meio Radiohead. É evidente, meio pós moderno. Mas as letras, ah as letras.
Como não pensar que "O Vencedor", aparentemente despretensiosa, esconde uma ideologia ainda mais surpreendente? Que mobiliza multidões?
O forte da banda são, sim, as letras. E olha que eu nem levo tão em conta esse aspecto da música, pois acho que música e poesia são elementos conjuntos, mas não indissociáveis. Uma composição pode ser horrível e ter letra relativamente boa (caso da famigerada Legião Urbana), como pode ser ótima e simplesmente não ter nenhum verso relevante (vide a música eletrônica).
Mas Los Hermanos, fugindo do mercado, com um álbum anti-anti do anti - "Bloco do Eu Sozinho" - que foge totalmente do estereótipo da Ana Júlia do cd anterior, conquista os fãs fiéis, não os descartáveis que procuravam "Anas Júlias" para cantarolar no carro.
Não tinha banda assim no Brasil - em 2001, só dava Charlie Brown, Jota Quest e afiliados.

E, sim, Los Hermanos é minha banda nacional favorita. Acho triste admitir isso, porque não gostaria de ser mais uma chorona no último show dos caras.
Mas não deu, me emocionei nas duas primeiras músicas que tocaram, do "4".
Vai fazer falta a ausência...mas por outro lado, força os fãs mais fiéis a ouvirem pelo menos as influências mais diretas dos barbudos cariocas.

sexta-feira, junho 08, 2007

Her Name is Rio

Essa música é do Duran Duran e não tem nada a ver com o Rio de Janeiro. Mas enfim, estou antiga capital federal do país e por aqui está uma temperatura boa e amena...
Entretanto, o que eu tenho mesmo é um desabafo. Tô cansada, preciso de férias das pessoas - depois de certo tempo, elas só me desgastam. Meu maior desejo não é ver o "último" show do Los Hermanos, muito menos rever o Cristo, as preparações para o Pan e o Pão de Açúcar. Minha vontade é:
- ficar lendo um monte de coisas
- ser obrigada a ver filmes embaixo da coberta
- andar de bike na orla de uma praia
- ficar olhando o céu estrelado
- conversar com a minha irmã
- dormir, dormir, dormir
- comer bolachas de padaria sem me sentir culpada depois
- ficar sem lentes de contato

Quero ficar sozinha. Até me cansar e sair correndo atrás das pessoas que amo.

sábado, junho 02, 2007

Fotos passeata USP


Movimento

Não sei como definimos nossa posição política, mas considero que, pra alguém fazer jornalismo...sinto muito, você tem que ter pensamento crítico. Não só em relação ao senso comum, como também à própria mídia e a seu futuro local de trabalho.
Escolhi fazer jornalismo por quê? Meus objetivos foram mudando ao longo do curso, mas o que ficou em mim foi sempre esse pensamento de que as coisas nem sempre são assim por que são. Algo está por trás disso.

Para tanto, fico me questionando o que está acontencendo nesses últimos tempos. Greves, ocupações, reivindicações em massa, distorções, manipulações. Em quatro anos de universidade pública, nunca vi tanta mobilização da galera que se sente, sim, injustiçada e não quer ficar de braços cruzados.
Tenho certeza de que estamos vivendo um momento histórico na educação paulista (pelo menos) e nem estamos nos dando conta disso. Só agora percebo que um tema que pauta toda a mídia só pode ser importante.
Ficou a fim de participar? Olhem o blog Greve não é férias e vejam que nem só de revolucionários clichês o movimento estudantil é feito. Vide festa junina de ontem, organizado pela Comissão do Movimento Estudantil, que foi melhor do que muita festa tradicional da Unesp.
Pra que ficar em casa, acompanhando assiduamente o que está acontecendo só pela mídia? Vai ver de perto, todo mundo pode.

Parece um texto demagogo, mas quero só ver minha mãe lendo isso. Ela acha um absurdo eu ficar aqui por causa de uma greve em vez de me dedicar integralmente ao relatório final da Fapesp.
Calma mãe, vai dar tudo certo.

terça-feira, maio 29, 2007

Ato na quinta, festa, churrasco....

Primeiro ponto: estamos em greve. Ninguém gosta de greve, embora nosso querido Lulla insista na idéia de que para os servidores públicos greve seja sinônimo de férias.
Gente, não foi o mesmo Lulla que era o sindicalista das maiores greves do país?

Continuando: estamos em greve por tempo indeterminado. Não garanto que ficarei por aqui, depende de diversas circunstâncias. E sei que estou lotada de compromissos inadiáveis, portanto, devo me administrar um pouco antes de qualquer passo.
Mas quinta é dia de protestar em São Paulo, no Morumbi.

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E amanhã iremos tirar as fotos oficiais para a formatura. Isso assusta: estão acabando os melhores anos da minha vida. Se foram os melhores? Não sei, ainda estou vivenciando-os, então não consigo ser imparcial.
Mas o fato é que, daqui a pouquíssimos meses eu estarei fora de Bauru. Saindo da cidade sanduíche, que me fez passar muitos aperreios, felicidades e novidades.

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Pelo menos sábado tem churrasco da formatura. Esses sim, garanto que foram os melhores.


sexta-feira, maio 25, 2007

Terminei o Penapolense

Só quem já fez isso sabe o que é terminar o jornal de 1915 O Penapolense.

Marco histórico do meu semestre...
E hoje só na festa de Rádio pra comemorar. Comprei e mandei fazer a fantasia, tudo bonitinho. Mas quem disse que vai dar pra usar a roupa que eu mandei fazer?


quinta-feira, maio 24, 2007

Ocupação USP

Faz tempo que isso está acontecendo, não me manifestei ainda, mas o fato é que a ocupação da USp é legítima. Dou apoio à iniciativa dos alunos e vejo como a Unesp e sua fragmentação colaboram para a desmobilização das unidades.
A greve é iminente, mas não tenho a menor idéia de quanto tempo irá durar - não sei se é bom ou ruim uma greve duradoura, mas o fato é que as reivindicações devem ser atendidas.

Dou total apoio à USP e mostro meu repúdio à cobertura da grande imprensa - que distorceu, sim, as informações.


Estou relativamente inteirada das ocorrências, e sei o quanto a ocupação, o decreto do Serra e as medidas reacionárias de Lula estão sendo manipuladas pela grande imprensa.
O que mais me deixa indignada é: se este fato, de que tenho conhecimento, está sendo manipulado, o que dirá da política nacional, da economia, das operações da Polícia Federal, temas dos quais não saberia quase nada se não fosse a tal grande mídia? Pior: e a política internacional, cuja cobertura é baseada nas grandes agências de notícias, como a Reuters?

Estou indignada com a minha futura profissão. Temos direito à greve. Nas universidades públicas as PMs não podem entrar. E, pra piorar: como os reitores (indicados pelo governador) concordam com uma medida que não muda em nada a autonomia da universidade pública? Então por que foram feitos esses decretos?
A imprensa não está fazendo os questionamentos corretos.

terça-feira, maio 22, 2007

Bandas BOAS




Eu admito que gosto de umas bandas toscas. Estou ouvindo várias coisas que são o cúmulo da indústria cultural. Pega essa:





- Fall Out Boy - This Ain't A Scene, It's An Arms Race


- RBD - Salvame


Tem várias outras nesse nível de indústria cultural, que estão no meu mp3. Mas eu não ouço somente coisas boas:

Tô ouvindo:

- Bjork - Volta (o cd inteiro)

- Kings of leon - because of the times

- Arctic Monkeys - Favourite Worst Nightmirror

- Klaxons - Myths of the near future

- Nine inch nails - Year Zero

- Snow Patrol -Eyes Open

segunda-feira, maio 21, 2007

Achei minha agenda!



Meu quarto: que vergonha...







Meu quarto está uma zona: mil jornais, livros, revistas, xerox, cadernos, fichamentos, papéis e outros impressos espalhados pelo meu quarto. Diante disso, procuro minha agenda para anotar meus afazeres e me organizar quando, pasme, ela sumiu!

Cadê minha agenda?

Lá eu anotava tudo que tinha que fazer (se bem que eu anoto também no meu celular e no calendário de parede, bem como na minha mão e em papéis aleatórios). Depreende-se que eu não conto nunca com a minha memória – ela não é tão ruim assim, mas eu simplesmente anoto tudo que tenho que fazer, porque prefiro ter a certeza de que anotei meus afazeres.

Entretanto, durante esta semana, minha agenda querida simplesmente sumiu!

Procurei no laboratório da minha faculdade, no meu quarto, no “achados e perdidos” da Unesp, entre outras medidas. Em vão.

Eis que, num domingo à tarde, conversando com minha irmã pelo telefone, consto que minha agenda linda está no meio dos meus cds (tenho um monte de cds empilhados, porque não tenho um porta-cd que comporte todos os meus preciosos elementos da música mundial).

Fiquei tão feliz...porque, convenhamos: na minha agenda tem coisas (muitas vezes em códigos) que são muito mais confidenciais do que este blog. Nem te conto o que tem lá.

terça-feira, maio 15, 2007

Novo Hype

Eu procurei, procurei e procurei, mas não achei a maldita foto do mais novo hype da moda: a mochila do "Aluno Presente" - sim, aquela azul com a frase anteriormente citada em amarelo!
Todo mundo tem, mas o mais engraçado é que as crianças (teoricamente, a maioria dos alunos) não usam a tal mochila, apenas os adultos. Como eles conseguem aquele objeto de desejo? Eu quero uma pra mim.
Ando pelas ruas e só dá ela: você circula pela Barra Funda (estação de São Paulo) e o que mais tem são as mochilas azuis com o logo do governo de São Paulo. A questão é: quem distribui as mochilas? Vou averiguar em um próximo post e também vou tirar uma foto, pois não achei a mochila na Internet (apesar de estar nas costas de todo mundo).

...................

O post anterior é polêmico e tal, afinal, todo mundo achou uma graça o Miss Sunshine. É a geração MTV, que precisa de clichês, cores e identificações imediatas (e eu me incluo nessa categoria)

segunda-feira, maio 14, 2007

Péssima Miss Sunshine


O deadline passou, mas só ontem à noite que eu assisti ao Pequena Miss Sunshine.


Deixando de lado que o longa é uma imitação barata do clipe do Blind Melon -No rain (que conta a história de uma garotinha meio desengonçada que quer ser reconhecida), bem como do estilo de um dos meus diretores favoritos, Wes Anderson, o filme inicialmente me agradou. Mas os erros começam:


- por que a família inteira teve que ir na Kombi, sendo que eles tinham outro carro? Tio suicida? Filho revoltado? Honestamente, eles não queriam ir e a desculpa para os dois irem à viagem e seu consequente convencimento foram tão rápidos que não permitiu que o telespectador pensasse e considerassem a idéia plausível. Aliás, perceberam a rapidez da decisão de ir ao concurso?


- a dança no palco. Clichê? Vergonha Alheia? Filme anos 80?Um pouco de tudo isso.


- o cara é daltônico e não sabia? Onde ele estudou? Em casa? Se ele tivesse ido à escola, com certeza depararia com uma situação em que deveria ter noção da diferença entre cores...


- o vô morre, fica fedendo no carro e a funerária não cobra nenhuma daquelas documentações como fora cobrado no hospital...


- a filha dançando daquele jeito. Me poupe mas, sem querer ser moralista, dava pra ela ter dançado ridiculamente sem fazer strip tease.


- quanto ao estilo Wes Anderson. Pra quem não sabe, Wes Anderson dirigiu o filme Excêntricos Tenembauns - estética amarelada, família bizarra e grande, suicídio. Mera coincidência? Deu pra perceber nitidamente suas influências (não seriam imitações?).


Não gostei mesmo, o filme é um lixo.

Nota 3 pelas vezes em que eu ri (um pouco)


domingo, maio 13, 2007

Por que fui ler Paulo Freire?


Depois de ler Paulo Freire e seu livro Educação e Mudança (em meio a um bilhão de livros que devo ler e não li ainda), meus conceitos mudaram, tudo que eu pensava que era certo talvez não seja tão certo assim, tudo que eu dava como fato não é mais fato. Tudo, absolutamente tudo, foi por água abaixo.
Parece que eu tomei um balde de água fria nesses dias frios e chuvosos de maio. Não tenho inspiração - tudo que escrevo me dá um baque. Será que isso condiz com o que faço?
Minha autocrítica está no nível nunca alcançado. Parece que me tornei uma advogada do diabo que cuida do meu próprio caso. O caso, neste momento, é a minha vida e todas as minhas ideologias.
Ficou curioso? Não fique, leia - o livro é pequeno, você lê em uma tarde e literalmente treme nas bases.

sexta-feira, maio 04, 2007

Quanto vale ou é por quilo?

Depois de ver esse filme, a única vantagem que eu vejo nesse capitalismo atual é que, pelo menos, tem gente contra isso (e que se manifesta!). Fiquei chocada, chorei, pensei, fiquei com vontade de chutar tudo. Mas me controlei porque estava no meio da aula de sexta à tarde.
Tive de sair antes do debate para atendimento individual. Uma tristeza, um lixo, pensar no próprio umbigo o tempo todo.
E parece que esse tempo todo tem que ser o tempo todo, porque senão alguém te passa a perna. A universidade é apenas o protótipo do mundo real, cruel, perverso. Pelo menos é isso que ouço quando vou a São Paulo e vejo que gente super competente, com currículo e tudo, e desempregada.
Gente que se formou na USP e trabalha temporariamente.
A cada dia me dá mais medo, porque parece que a gente é ensinada a não acreditar em nada, em ninguém.
O filme retrata a pobreza e sua semelhança com a escravidão. Nada mudou? O filme aparenta que não. Embora Sérgio Bianchi escolha com pouco critério seus atores (tem vários péssimos, dignos do Framboesa de Ouro), o roteiro compensa e muito.
Aí eu volto pra casa, como, leio Piauí deitada na cama...rotina. Pra quem pensar nisso mesmo?

quinta-feira, maio 03, 2007

De volta

Esse circuito de ir e voltar de Bauru pra São Paulo é, ao mesmo tempo, entediante e legal.

Estou sem inspiração pra este blog em especial - minha cabeça está ocupada com coisas que não seriam pautáveis aqui.

segunda-feira, abril 30, 2007

Contexto no hospital

Vou postar de novo.
E la fui eu ao hospital Sao Paulo - da Unifesp - tentar fazer a materia do Alzheimer para o Contexto. Nem estava esperancosa, porque hoje e vespera de feriado. Chego la, tudo fechado. Apenas o hospital de plantonistas estava aberto. Entrei e vi o porque de nunca querer ser medica - pessoas em macas no corredor, gente chorando, outras esperando com ataduras no corpo, cheiros estranhos (sangue ou qualquer outra coisa que prefiro nao imaginar). Entrevisto um neuro clinico e, como sempre, esqueco de tirar foto. Mas enfim, apos isso marco entrevista na quarta, na sessao dos dementes. Sim, se voce tiver Alzheimer voce sera enquadrado como um demente. Eu vou ou nao vou? Nao sei, mas acho isso relativamente um jornalismo gonzo ou um jornalismo que me faz pensar se algo vale a pena. Posso esquecer tudo em pouco tempo.

Neon Bible


Vai la, tenho que fazer uma resenha de um cd. Como estou ouvindo o ultimo do Arcade Fire...


Lancado recentemente, o novo album do grupo canadense Arcade Fire e ainda mais obscuro do que o anterior - Funeral. Ambos dao nome aos bois, de maneira ironica, claro. Neon Bible critica os Estados Unidos sem cair no senso comum e sem ser um album estritamente politizado, como o American Idiot, do Green Day, cujo sucesso se deu justamente porque os integrantes criticaram o pais em que vivem.

O Arcade Fire entra na categoria indie experimental - o que na realidade fica mais para o experimental, pois nao ha aqueles cliches da cena indie atual. Alguns instrumentos estao em quase todas as musicas, como a sanfona e o orgao. O ponto alto do cd e a musica No cars go, uma especie de grand finale - e o interessante e que Neon Bible vai ficando melhor a cada musica, como um epico.
Ha quem diga que o novo do Arcade Fire seja o Dark Side of the moon (do Pink Floyd) do seculo XXI, como afirmou o site All Music. Mas nao fique achando que sera uma releitura ou uma imitacao da banda inglesa, porque o Arcade Fire tem motivos de sobra para ser elogiado pelos grandes nomes da musica, como David Bowie e David Byrne...ponto para o rock canadense, sempre criticado por terem como exemplos grandes nomes como Celine Dion e Nickelback...

sexta-feira, abril 27, 2007

Um dia bizarro

Ontem foi um dia bizarro da minha vida bauruense. Um dia excepcional, posto que ocorreram coisas extremamente excepcionais.
Eis um cronograma:
8:50
- chego em frente à bica da USP para fazer o protesto de "enterro" da Unesp para o Pinotti, que ia dar uma palestra na USP. O dito-cujo não apareceu. Ficamos revoltados, mas resolvemos protestar de preto assim mesmo. Entramos no Congresso de Educação, nos cadastramos gratuitamente e recebemos uma bolsa com diversos brindes.

10:30
- entramos na palestra e esperamos um pouco para começar o protesto de maneira pacífica. Contudo, o intervalo foi dado e a gente foi fazer uma boquinha com quitutes da padaria Copacabana - a melhor de Bauru.

11:00
- realizamos o protesto, com um enterro na palestra. Foi legal, mas nem tanto.

12:00
- vou pra casa, estudo. E descubro que terá outra boquinha às três da tarde. Resolvo aparecer lá um pouco antes, para disfarçar. Entretanto, a palestra estava tão boa - melhor do que a maioria das palestras que eu fui - que resolvi ficar até o final.

15:30
- o Goiaba e o Ênio chegam, com suas respectivas bolsas de abastecimento de salgadinhos - "para a janta e a ceia pós-festa". Ri tanto com as peripécias de "furtar" salgadinhos da Copacabana junto com o Goiaba, a Yumi e o Ênio, que chorei de rir.

17:30
- resolvi fazer exercícios noturnos com a finalidade de digerir os milhares de salgadinhos de palmito com ricota, bolo de cenoura, 4 copos de suco de laranja, além do cafezinho. Peguei minha bicicleta e dei uma volta por aí. Contudo, começou uma chuva absurda, a ponto de eu não enxergar mais nada e entrar no supermercado encharcada. Nunca tomei tanta chuva na minha vida bauruense...

00:45
- fui à festa de jornalismo noturno. Foi legal, bebi uma batida horrível e uma cerveja pior ainda. Discuti com meu namorado, mas isso não é bizarro, é relativamente normal.

The end.

quarta-feira, abril 25, 2007

Cansada

Ainda bem que o maldito feriado tá chegando. Serão quatro dias em que eu não quero estudar, nem mexer em livros e afins. É claro que isso não vai acontecer, mas às vezes eu sonho o dia em que direi: "não tenha nada pra fazer hoje. Vou ler qualquer coisa, jogar videogame, etc".
Mas agora eu realmente vou jogar Mario Kart. Sou uma viciada no jogo.

sábado, abril 21, 2007

Festa na Burger King

Faz dois dias que a nossa segunda festa foi realizada. E foi um sucesso - apesar dos inúmeros riscos, dentre eles:
- tinha uma festa da paTÉTICA ao lado da nossa, no bar Cupim;
- tinha mais uma festa - esta ia ser "miada", claro;
- o medo de a polícia interromper a festa;
considerando que, durante a semana, não teve nenhuma festa relevante, fiquei preocupada que haveria três festas no mesmo dia.

Eis que esses eram os meus principais medos. Mas deu tudo certinho: lucramos, eu até que me diverti um pouco, nossa casa não foi destruída, não teve nenhuma briga nem gente passando super mal, etc.

Mas, para o grand finale, veio a surpresa: o rato apareceu no final da festa dentro da ratoeira!
Ainda bem!
Pra quem foi à festa e não sabia, tinha um rato no bar das pingas (onde eu estava trabalhando). A gente ficou uma meia hora procurando o bixo antes da festa começar, posto que o mickey mouse estava dentro de casa há algum tempo.
Não conseguimos achar o rato danado, então, como estávamos relativamente atrasados na organização da festa, decidimos deixar o bichano por lá. E, às 6 da manhã, lá estava o ratinho, dentro da ratoeira. Não foi um final emocionante?

Depois disso, fui à aula vespertina e voltei à pé para pensar um pouco na vida.
Aí, uma cena inédita: os membros da república, pela primeira vez, comeram juntos à mesa. É a paz reinando no pós-festa...
depois tomamos um sorvete no nosso inimigo - o McDonald´s.
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Já a Tati se mudou na sexta feira pós-festa. Boa sorte para ela! E que venha a nova integrante!

quarta-feira, abril 18, 2007

Canhota

Sim, eu sou canhota. Também são canhotos:


Adolf Hitler, líder da Alemanha.
Alexandre, o Grande,
Angelina Jolie, atriz.
Anthony Kennedy, político americano.
Ayrton Senna, ex-piloto de F1 - Já falecido.
Bill Clinton, (n.1946) - 42º presidente americano.
Bill Gates, homem mais rico do mundo
Ben Stiller, ator
Benjamin Franklin, inventor e político americano.
Benjamin Netanyahu, político israelense.
Bob Dylan, Músico.
Charlie Chaplin, ator.
Chester Bennington, músico
Christie Marie Melonson - Cantora de ópera
Colin Powell, ex-secretário de defesa americano - General.
Edgar Scandurra, músico vocalista e guitarrista do Ira!
Eric Clapton, Músico.
David Rockefeller - Empresário e banqueiro americano.
Diego Armando Maradona - Jogador de Futebol argentino
Eminem, músico.
Friedrich Wilhelm Nietzsche, filósofo - Alemão.
George H. W. Bush, (n.1924) - 41º presidente americano
Gerald Ford, (n.1913) - 38º presidente americano.
Greta Garbo, atriz sueca
Herbert Hoover, (1874-1964) - 31º presidente americano - Há até uma represa com seu nome no Rio Colorado.
Harry S. Truman, (1884-1972) - 33º presidente americano.
Hugo Rafael Chávez Frías, (1954-) - presidente da República Bolivariana da Venezuela.
Isaac Newton, cientista inglês
James A. Garfield, (1831-1881) - 20º presidente americano.
Jean-Paul Boucher, Ator que atuou em peças na França, Itália e no Brasil.
Jerry Seinfeld, Humorista - Americano.
Jimi Hendrix, músico, considerado por muitos como um dos melhores guitarristas na época.
Kiko Loureiro, músico, guitarrista do Angra.
Kurt Cobain, músico.
Leonardo da Vinci, cientista e pintor renascentista.
Ludwig van Beethoven - Compositor alemão.
Machado de Assis, escritor.
Michelangelo Buonarroti, pintor, escultor, poeta e arquitecto renascentista italiano.
Milla Jovovich - atriz.
Napoleão Bonaparte, imperador da França.
Noel Gallagher, músico da banda Oasis.
Norman Schwarzkopf - General comandante americano
Paul Gray, músico (baixista do Slipknot)
Pablo Picasso, pintor.
Paul McCartney, músico (ex-baixista e vocalista dos Beatles).
Ringo Starr, músico (ex-baterista e vocalista dos Beatles).
Tibério, imperador romano.
Tom Cruise, ator.
Ronald Reagan, (n.1911) - 40º presidente americano.
Paul Simon, Simon & Garfunkel.
Robert Plant, Led Zeppelin.
Joey Ramone,The Ramones.
Janick Gers, Guitarrista do Iron Maiden
Rodrigo Scarpa(Vesgo), integrante do programa Panico na TV
Tony Iommi Guitarrista do Black Sabbath
Shigeru Miyamoto, designer industrial e o mais famoso produtor de video-jogos, onde trabalha na Nintendo.
Tilo Wolff, cantor alemão
Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_canhotos_famosos"

segunda-feira, abril 16, 2007

Afta

Estou com Três, isso mesmo, três aftas. Elas doem, são brancas e atrapalham muito tanto na hora de comer e beber. Até ia colocar uma foto de uma afta, mas pensei bem e vi que era algo extremamente nojento.
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Pior do que estar com o sono atrasado, dormindo à tarde, com aftas e sistema imunológico fraco, é ter de aturar os bichos que circundam minha casa: baratas, ratos, mariposas, vespas, lagartas, calangos, pernilongos (incluindo o mosquito da dengue), formigas, besouros, traças, larvas, mosquitinhos de banheiro, etc. Não é mentira - todos eles visitam/já visitaram nossa república.
Eu sei que pode ser encanação minha, até porque a república é grande e nem todos os bichos já entraram no meu quarto (ufa!). Eis os que já entraram:
- baratas
- moscas varejeiras
- vespas
- formigas (sempre)

quem vê pensa que meu quarto é um chiqueiro. Não é o lugar mais arrumado do mundo...
Ás vezes eu torço para que esse pesadelo acabe. Não tem nada pior do que ficar com medo de ficar sozinha não por causa de ladrões, e sim por causa dos malditos bichos.

domingo, abril 15, 2007

Have a cigar

Eu detesto cigarro mais do que tudo - o cheiro, o bafo, os dentes amarelos...tudo me enoja.
Mas às vezes me pego pensando em situações em que estou fumando. Eis as cenas - produtos óbvios da indústria cultural:
- Eu, com óculos escuros, encostada na parede do metrô, fumando compulsivamente e olhando para o teto;
- eu novamente encostada na parede, sacudindo periodicamente a cabeça, fumando e ouvindo uma banda em uma festa de república;
- eu, de manhã, sentada na privada, fumando e pensando na vida;
- eu, após um longo dia de trabalho, pego um café extra grande e o tomo enquanto fumo;
- eu, brigando com meu namorado e fumando compulsivamente;
- eu, p### da vida no trânsito, ouvindo rock e fumando;
- eu, em momento introspectivo, ouvindo Pink Floyd - a música-título do post - e fumando, fumando, fumando na janela.
- na balada...fumando com um hi-fi na outra mão e olhando para o...nada

Mas quem disse que eu faço tudo que quero? Sou uma repressora nata dos meus sentimentos mundanos.

sábado, abril 14, 2007

Aerosmith

Faz dois dias que eu só durmo no ônibus do Prata. Coitado de quem sentou do meu lado, aposto que dei cotovelada, ronquei e deitei no ombro alheio.
Também, após o aniversário do Ricardo, fui direto pra São Paulo. Cinco horas de viagem depois, além de esperar meu primo carioca que não via há mais de 10 anos, peguei uma lotação literalmente na lotação e encontro a Milena e amigas na mesma lotação. Chegamos eu, minha irmã, e as meninas ao Morumbi.
Chove bastante e quem fez chapinha corre para se esconder da chuva. Após uma breve venda abusiva de capas de chuva, como um salgadinho, e o Velvet Revolver entra. Eu estava esperando mais o Velvet do que o Aerosmith (na verdade, acho que era 50% e 50%). O Scott estava mais belo do que eu pensava - apesar de sua visível entorpecência...E quando o Slash aparecia no telão? Todo mundo ovacionava como se o Guns estivesse no palco.
Me decepcionei com a ausência de várias músicas do primeiro CD, mas enfim, o negócio agora era esperar o Aerosmith. Tyler ainda manda muito bem - sabe quando você se sente num show de rock de verdade? Parece que todo show é um pouco pretensioso...do Aerosmith é algo assim: "o que fazemos é isso mesmo, tocamos Crying, mostramos a Alicia Silverstone no telão e tocamos aquela gaitinha deitados no chão".
Fiquei no ombro do meu primo na minha música preferida, Jaded - e, confesso, fiquei um pouco emocionada ao ver aquela música que sempre ouvia quando era adolescente.
O show é bom, e a banda está literalmente em forma...com exceção à memória de Tyler, que precisou de diversos telepronpters (?) com as letras das músicas deles. Não sei como o Steven Tyler conseguiu esquecer músicas que ele canta há mais de 20 anos. É a cocaína, minha gente...

quarta-feira, abril 11, 2007

Comi demais

Ontem eu comi muito. Veja só o meu cardápio:
Café da manhã
café com leite e um pão com queijo provolone;

Alomoço
pf da Tia Cida;

Janta
rodízio de peixe frito; e bomba de chocolate

Aí, hoje, aquela indigestão. Peguei a bike e andei até achar que perdi, ao menos, as calorias ingeridas no rodízio. Estou me sentindo relativamente mais leve...

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Os homens que me perdoem mas acho que uma das coisas mais chatas na vida de uma mulher é perceber que a roupa está apertada, ou pior, que ela não fecha.
Eu não me peso há muito tempo, só vejo minha silhueta pelas roupas e pela fita métrica (minha grande aliada). Mas o fato de sentir que aquela roupa, que antes caía tão bem, está estranha no corpo. Dá vontade de ficar em casa até emagrecer de novo (e isso nunca adianta). Sei que exercícios são eficientes na perda de peso, mas não descobri fórmula melhor do que fechar a boca. Se eu ficar um dia comendo pouco, no outro já sinto os resultados.

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Quando eu era mais nova, aguentava ficar umas nove horas sem comer. Quando comia, era uma maçã e uma banana. Um super auto-controle que não tenho mais - pelo menos na instância "comida" - que se reflete, periodicamente, nas minhas roupas.

terça-feira, abril 10, 2007

Sobel

Eu sei que o assunto já deu pano pra manga, mas há uma enquete no Uol perguntando se Henry Sobel deve voltar à presidência do rabinato.
Isso é, no mínimo, bizarro. Se um pobre furta qualquer coisa (até algo para comer), ele é preso por furto e fica na cadeia, sem habeas corpus ou qualquer coisa. Já o rabino, que se diz pra ticamente "abduzido" pelos remédios a furtar gravatas de TRÊS lojas diferentes (e de marcas de luxo), é perdoado. Isso lá é desculpa? Até a Winona Rider foi condenada e tudo. Por que um rabino não pode?

Para piorar a contradição, Sobel afirma que furtou por causa do remédio. Por que ele não furtou do Wall Mart e sim da Luis Vitton? Como ele responde isso?

A justiça não é cega. Ela exerga tudo: seu salário, sua classe social e, principalmente, seu poder financeiro.

sexta-feira, abril 06, 2007

Indie

  • Eu só li o post da Tati agora...que fala sobre indies. E comentei o seguinte, de maneira um pouco... polêmica e dura demais.
    tatii
    só agora eu li MESMO o seu post indie e também o de cima. Bom, eu não sei, porque na verdade ser indie e etc é, em minha opinião, uma forma de estereotipação infato-juvenil-universitário. E não passa disso. Hoje, acho ridículo aquelas roupas e acessórios todos, embora eu uso/usava. Só sabe o que é indie quem vive no mundinho. O resto é balela. Todo mundo no Japão se veste assim, indie. E nem por isso eles são indies. Então, o que acho que indie é quem imita o "primeiro mundo".
    bju

    Sei que, vindo de mim, que muitas vezes sou estereotipada também, pode parecer hipocrisia. Mas é isso que penso mesmo porque, na real, pessoas indies (e que assumem mesmo tal posição) queriam de fato estar na Inglaterra/Europa (sem saber a realidade do local) ouvindo Klaxons e o cd novo do Arctic Monkeys no talo e ao vivo, falando inglês britânico e indo aos pubs.
    Gostar de filmes cults? Será que são tão cults assim? O novo da Sofia Coppola é cult?
    E aquela pergunta (que eu também faço) mas que é, no mínimo, idiota: você viu o cd novo da banda Shit Motherfucker - em outras palavras, uma banda qualquer que sumirá em três meses e que é igual a todas.
    No momento o que penso é que, para alguém dar a opinião sobre Coppola, deve assisitir aos clássicos, ou, pelo menos, o pai dela. E ouvir os clássicos. De que adianta gostar de Strokes sendo que são uma cópia barata de Velvet Underground? E que Coldplay, Keane, são versões toscas de Radiohead?

    Não quero dizer que sei mais, que sou mais indie do que você. Muito pelo contrário: quanto mais envelheço, mais vejo como eu sinto "vergonha alheia" de ver velhos de 40 anos falando sobre o "novo hype" musical e nem sabe direito de onde que tais bandas vêm. É história, e esse pós-modernismo fica fragmentando, como se a bandinha inglesa que vai mudar o mundo do rock fosse novidade. Cada dia que ouço essas bandas de rock para dançar, penso: qual a diferença entre The Killers e Babado Novo? Nenhuma. Ou seja, não somos cults, somos consumidores da indústria cultural.

    Polêmicas à parte. É o mass customization. Uma bolha, um valor agregado. O que me deixa mais revoltada é que eu gosto dessas m####.
    Pelo menos me orgulho de gostar de clássicos (mas não Beatles, que o mundo indie já incorporou). Tomara que os indies nunca gostem de Pink Floyd . Porque aí ferrou e terei de admitir que sou indie.

Aceitamos tudo

Mera coincidência ou não, ultimamente estou me deparando com temas que me faz pensar em minha importância. Na verdade não queria fazer um texto poético ou algo do tipo, mas está difícil esquecer e pensar somente no meu futuro pós-graduada.

O Bruno me emprestou alguns exemplares da Piauí e, particularmente a edição de fevereiro, tem muito a ver com a minha pesquisa da Fapesp.

Tem diversas matérias que retratam a arquitetura e sua relação não só concreta como humanística com a cidade e seus moradores. Não notei se era um consenso editorial, até porque na Piauí não há um editorial no começo.

Mas algumas matérias, até o momento, me chamaram a atenção: desde o palácio neoclássico da Daslu em contraposição à arquitetura das favelas de Cairo e de Lagos, capital da Nigéria.

Após a leitura, vem a aula de Psicologia, que aborda a psicologia com um viés mais sociológico-marxista. Retrata a alienação e a cotidianidade como alicerces do capitalismo.

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Aí, eu e meu namorado estávamos no Wall Mart (maior rede varejista do mundo, acusada por seus funcionários de espiar tanto a concorrência quanto seus pares), e pedimos para entregarem as compras em casa. A caixa, de uns 19 anos, não sabia escrever o nome da minha rua. Escreveu “Dotor” em vez de “Doutor”, e perguntou para se “Cintra” era com C ou com S. Após observá-la, veio o rapaz que ia carregar nossas compras; ele contou para meu namorado que estava ganhando hora extra (já passava das nove da noite) e que, por conta desse trabalho, “tirava” uns 200 reais a mais (não sei se era por mês ou por dia, embora acredite que seja a primeira opção).

De qualquer maneira, fiquei muito mal após ver a cena. E disse para o Suzano que tinha visto no Estado que 79% dos trabalhadores não estão satisfeitos com seu emprego. De fato, não conheço ninguém com menos de 30 anos que sinta prazer onde trabalha. Isso de certa maneira me conforta, mas ao mesmo tempo me revolta: todo mundo vende sua força de trabalho e detesta isso. E ninguém faz nada.

Aí pensei em um emprego “ideal”, no qual me sentiria “feliz”: trabalhar com música, claro. Mas e meu papel social? Estudei, estudei, discuti a teoria da conspiração em 4 anos e vou trabalhar com música? E meu papel social de uma universidade pública? É triste saber que, talvez, eu prefira ser alienada a viver em constante angústia, como me sinto agora.

Saber que um terço da população mundial sequer tem privada em casa e faz suas necessidades em qualquer lugar. Que tem um monte de gente desempregada e sem perspectiva. Que, mesmo assim, tenho muitos problemas que deveriam ser solucionados imediatamente – e eu me preocupando com a África.

Até pensei em fazer voluntariado no continente mais pobre do planeta. Entretanto, devo admitir que, após ler a matéria de Lagos, fiquei tão chocada com a situação que acho que vou desistir. Ao mesmo tempo, me sinto covarde por tal decisão. Só que foi tudo ao mesmo tempo: meu amigo acabou de voltar da África do Sul (o país mais rico da África) e disse que foi o país mais chato de todos que visitou – dentre Japão e Austrália – pois “parece o Brasil”. Isso é cotidiano. E a gente continua usando a privada e usando a água de forma inconseqüente, mas pregando o desenvolvimento sustentável.

domingo, abril 01, 2007

Sujeira

Não vou falar da sujeira do Congresso nem da sujeira do mundo. Vou falar da sujeira do local em que vivo no momento - da Burger King.
Tem uma barata morta no banheiro, o chão está preto em alguns pontos e há aqueles mosquitinhos cinza-escuro no box. No corredor há uma espécie de redemoinho (daqueles de faroeste, que ficam voando como bolas no meio do deserto) de pó, cabelo e sujeira. Na copa, pode-se encontrar arroz, pão, restos de suco (os restos de suco - normalmente em pó - apesar de serem transparentes, podem ser encontrados quando apoiamos a mão na mesa e ela gruda). Ainda tem alguns "pretos" no chão, por conta de cervejas e vodkas de "esquentas" promovidos semanalmente...
A sala não é tão suja...quer dizer, é o único ponto da casa em que não vemos a sujeira (o chão é escuro e o sofá também). O quintal da frente está cheio de fezes do cachorro Whooper e de terra espalhada pelo cãozinho, além de anúncios de supermercado no chão. A parte de trás da casa é a parte do lixo: chorume, às vezes algumas larvas, vassouras e rodos sujos ficam por lá, bem ao lado da cozinha.

E, finalmente, a parte mais suja da casa: a cozinha. O fogão está repleto de arroz, miojo, macarrão, coisas grudentas não-identificadas. As portas das geladeiras estão escuras na parte que a gente abre a porta, sabe? No chão presenciamos desde teias de aranha, passando por comida a lixos recicláveis que não entraram na lixeira.

Ah, e o meu quarto: resume-se a sujeiras relacionadas a cabelo (meu cabelo está em todos os cantos do meu quarto, do chão ao armário). E o pior: mofo - sim, tem mofo no meu armário, por causa da chuva e das infiltrações.

sexta-feira, março 30, 2007

Um dia na Usp

Ontem eu fiquei o dia inteiro na USP - entrevistas, pesquisas, etc. Enquanto o xerox não ficava pronto, fiquei dando uma volta no campus - que, aliás, é literalmente uma cidade universitária.
Vi o quanto o campus é composto por membros da elite intelectual de São Paulo - muita gente de carro do ano, roupas de marca, muitos japoneses, muita ilusão, em certo sentido.
Entrei na ECA - meu ex-sonho de consumo - e vi que a faculdade é absolutamente diversa de outras, como a FEA (conhecido como o shopping da USP).
Tem muitas pessoas que frequentam a USP mas não estudam lá - a "comunidade", como dizem por aí. Contudo a USP, pra mim, não tem cara de universidade pública: polícia em tudo quando é lado, muita iniciativa privada, muitos locais restritos (para ter uma noção, para eu entrar na biologia tive de fazer um cadastro e usar um crachá).
Mas valeu a pena, diminuiu meu sonho de entrar na USP. É melhor que a Unesp em vários sentidos - estrutura, estágio, etc. Só que, agora...vi que a USP não vai aceitar o lance das cotas, muito menos outras medidas de inclusão social - não que eu seja a favor delas, mas ainda não tenho opinião formada.
Entrem lá e reparem que isso nunca acontecerá.

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Mudando de assunto, nesses dias eu vi dois filmes: Cidadão Kane e 8 e meio. Tinha a impressão de que eram filmes ditos cults, mas que não eram tão bom assim (como aconteceu quando vi Casablanca). Entretanto, me surpreendi, especialmente com o de Orson Wells (não sei se é assim que escreve): o filme é demais, incrível! Quem achou o filme mediano, enfadonho, que me desculpem - foi um dos melhores filmes que eu já vi.
8 e meio também é ótimo, mas ainda acho que tenho que ver pelo menos umas duas vezes pra dizer o quanto ele é bom e fazer uma crítica ponderada.

quarta-feira, março 28, 2007

Placebo

Acabei de voltar do outro show da semana - Placebo. Foi bom e tal (nada que se compare ao show do dia 24, mas enfim), mas ao mesmo tempo foi um dos piores da minha vida. Corrijo...pior da minha vida em termos de hardcore, porque por pouco, por muito pouco, que eu nao passo mal no meio da pista e desmaio la mesmo. Tava la na frente, apertada, mas feliz. Quando o Placebo comeca com Infra Red (uma das mais pesadas da banda). Ai o povo, alucinado e fervorosamente, cai em cima, empurra, cotovela. E eu quase morro. A partir do momento em que eu nao tenho mais controle dos meus movimentos, eu desisto. Ou meu corpo desiste.
Enfim, apos o martirio (minha irma passou mal tambem), eu, sozinha no show, pensei com as minhas bolas: paguei os olhos da cara nesse show...e nao vou ficar aqui atras nao!
Volto para a frente, desta vez do outro lado do palco. E nao e que foi bem melhor? Assisti sozinha, mas pelo menos eu vi o Molko de pertinho (depois eu desisti de novo, porque tava quase desmaiando de sede e de dores nas costas e em todo o corpo).

segunda-feira, março 26, 2007

Dentista

Apos mais de um ano (ou mais, nem me lembro direito), resolvi ir ao dentista, e quase mijei de medo (porque eu tenho medo de dentista - uma coisa meio freudiana)...mas nao tinha nada, ainda bem! Apenas tenho que fazer limpeza...

Disse que e algo freudiano porque sempre tive problemas com dentistas - obviamente, por conta dos meus dentes serem fracos. O Suzano, por exemplo, nunca teve caries. Eu ja perdi a conta - acho que ja tive mais de 20. Pelo menos nunca tive canal - antes disso acontecer, tomei vergonha na cara e passei a escovar os dentes. Tinha 10 anos.

Mas antes, eu ia ao dentista que a minha mae ia. O nome dele e dr. Yoshio (japones). Gosto de dentistas japoneses, mas este era particularmente japones demais. Digo demais porque ele achava que eu tinha que aguentar tudo com honra, que nao deveria ter medo da maquininha e daqueles arrepios matadores, fora o barulho. Eu aguentei, tanto que estou viva ate hoje. Mas tenho tanto trauma da maquininha que, quando a vejo, ja falo...so com anestesia.

Mas a minha irma e pior. Acho que ela vai ficar brava com isso, mas ela e daquelas que entra na comunidade tenho medo de dentista e ainda posta no forum de discussao seus piores momentos. Ai vao os meus...

1- o dia que eu fiz uma carie profunda sem anestesia, em Taquarituba
2- quando a Shizue (outra japonesa...essa e meio carniceira) fez limpeza de dente em mim - quase tive uma hemorragia bucal
3- tirar o siso (sem comentarios...tenho varios posts sobre isso)
4- caries no Yoshio
5- caries na Shizue - eu dizia paraaaa ta doendoooo e ela nao parava isso nao doi nada...

E hoje eu dei uma de cozinheira e fiz file de frango assado. Por que todo mundo so faz grelhado? Assado e bem melhor - mas a gordura nao sai.

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domingo, março 25, 2007

Eu ia postar sobre isso

E ia mesmo, porque acabei de voltar do show do Roger Waters. Peguei a maior fila da minha vida, atrasei, entrevistei um pessoal...
E esperei uns 40 minutos, sentada. O apagar das luzes e a entrada de Waters foi uma das sensacoes mais dramaticas da minha vida...me deu vontade de chorar (e chorei mesmo na primeira musica, In the flesh), de gritar, de registrar tudo...mas nao da, e impossivel.
Depois de ver um porco voando no ceu cinzento de Sao Paulo, de ver um prisma passando pelo publico e de ouvir Set the controls for the heart of the sun, nao esperava mais nada. Achei que Wish you were here, Another brick in the wall, Shine on you crazy diamond e o Dark Side inteiro ja tinham valido meu ingresso.
Mas, eis que, apos Another Brick in the wall (afirmado pela critica como a ultima musica), ouco uma vinheta suspeita - Vera e Bring the boys back home. Pra quem sacou, foi essa mesmo que tocou por ultimo - Confortably Numb. Ai eu chorei. De verdade.

sexta-feira, março 23, 2007

Estudar

Nunca estudei tanto na minha vida e me senti tão alienada ao mesmo tempo. Como consegui essa proeza? Acho que percebo o quanto um romance pode me ensinar mais do que qualquer texto psicológico ou sobre Penápolis.

E estou sem paciência. Paciência é uma virtude, mas acho que tenho outras várias virtudes acima da paciência - porque não fui contemplada por ela ultimamente. Yoga? Não resolveu. Bicicleta? Ajuda, mas eu xingo todos os motoristas. Corrida? Ainda não tentei. Meditação? Eu medito pensando: eu deveria fazer isto, aquilo...não adianta.

E como ter paciência? Me isolando. Eu gosto de ficar comigo mesma - eu tenho paciência comigo.

quarta-feira, março 21, 2007

grande coisa

Estou ficando muito confusa: como as pessoas se interessam por coisas que não são importantes - pra mim, é claro.
Estou passando por diversos dilemas:
- quando tem alguma coisa que te incomoda profundamente, mas que se você falar pra pessoa você sabe que ela vai se ofender a ponto de não querer mais falar com você. Fala ou fica quieto?
- quando sua auto-estima está alta em alguns aspectos e muito baixa em outros. Tem como tirar um pouco de uma auto-estima alta e colocar na baixa, pra dar uma balanceada?
- por que ir ao cinema é tão mágico? por que eu me sinto melhor ainda quando vou a um show? e não sinto nem 30% dessa magia quando vou ao teatro?
De qualquer maneira, só queria ter um equilíbrio interno absoluto, e eu pensei que fazer yoga resolveria. Ledo engano - não vou ao yoga fazem três aulas já, e não pretendo voltar tão cedo.

segunda-feira, março 19, 2007

Borat

Fazia tempo que eu queria ver Borat, mas nunca batia os horários, acabava vendo outros filmes, etc. Ontem, eu vi. E ri, porque é muito engraçado - embora lembre excessivamente o Pânico: produção barata, um quê meio óbvio de mentira deslavada e muita palhaçada com a dresgraça alheia.
Mas vale a pena - é uma crítica ao pânico dos EUA e da sua suposta racionalidade; e uma ofensa ao Oriente Médio como um todo - generalizações e bizarrices absurdas em torno da população local.

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Voltando ao assunto "minha vida", ultimamente sinto vontade de fazer uma faxina geral na minha vida. Só não sei como. Aliás, não tenho a menor idéia. Acho que estou tão podre por dentro que, ontem, comi com meu namorado e, após uns dois minutos, fiquei tão enjoada que tive que ir ao banheiro...liberar a comida por vias orais. E melhorei, mas fiquei pensando em como meu organismo está sensível, porque o Suzano não sentiu nada.

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quarta-feira, março 14, 2007

É tempo

Faz tanto tempo que eu não posto que me surpreendo que alguém ainda entre aqui. Cheguei em Bauru e desencanei (bastante) da Internet e seus derivados. Na verdade estou meio cansada de tudo, e estou bem atordoada.
Estou tão cansada de estudar que acho que limpar o banheiro da minha república é tipo... divertido, um relaxamento.
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Por falar em república, nossa república vai mudar. E agora é oficial. Não queria que ela fosse embora, porque vai ser difícil achar alguém à altura. E é uma mudança né? Não é fácil lidar com outras mudanças.
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Então, apesar de não escrever nada, tenho preguiça de escrever. Pode?

quarta-feira, março 07, 2007

Qual?

Por pura preguiça de cozinhar, tenho passado fome à noite. Assim, toda vez que vou dormir fico pensando nas comidas que gostaria de estar comendo. Surgem alimentos e combinações bizarras, bem no estilo de uma grávida:
- salada de alface americana com palmito, champignon, tomate seco, rúcula e limão;
- torta de espinafre com ricota;
- suco de maçã;
- pizza de catupiry;
- pão com amendocrem.

Esse cardápio seria bem gostoso...já estou morrendo de fome aqui no laboratório da faculdade.

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Agora, se tem algo que eu tenho nojo em relção à comida é a carne moída que mais me dá nojo. Aquelas bolinhas marrons são de matar!

segunda-feira, março 05, 2007

Onde????


Faz uma semana que as aulas começaram e na verdade eu percebi que estou mais confusa do que tudo, quando penso no meu futuro.
Há um ano e meio atrás, se alguém me perguntasse onde eu gostaria de trabalhar, a resposta seria enfática: Na rolling Stone, claro!
Hoje, com Rolling Stone inclusive no Brasil, se alguém me perguntasse de novo onde eu gostaria de trabalhar, eu diria: Não sei.
E não tenho a menor idéia mesmo. Preciso de uma luz, mas já que não posso escolher...alguém me dá um emprego?

sábado, fevereiro 24, 2007

final de ferias

Faz tempo que eu nao posto...

minhas ultimas ferias de faculdade.
que medo. Isso que elas foram bem fracas - no sentido de que eu quase nao tive ferias.
To com sono.
Vou dormir porque so faltam dois dias pro meu niver maldito e pras aulas comecarem.

domingo, fevereiro 18, 2007

Ad- versidade? Ad-miravel mundo novo?

Como lidar com as diversas coisas da vida?
A gente tem que lidar com tudo, sermos maquinas o tempo todo, saber lidar com as adversidades. Mas o que sao as adversidades? Um calo no pe que so atrapalha minha a vida? Ou um obstaculo que pode e deve ser superado?
Queria saber qual a tenue diferenca entre essas duas formulacoes de adversidades. Obviamente, os calos nos dedos inferiores nao sao agradaveis, mas servem para darmos mais valor ah, sim, aos nossos pes! Eles existem! Nao tenho somente cerebro, cabelos e olhos. Saca? Pra isso que servem as adversidades.
E as outras, as mais fortes e mascaradas. Por que isso acontece comigo? Nao vejo proposito? Isso ja passou do quesito adversidade. Ja e pior do que isso!
Sao aquelas adversidades que a gente nao quer passar, por serem muito dolorosas. Mas que, quando a gente passa ileso (nem sempre ileso, porque tudo gera uma pequena cicatriz, seja ela perceptivel ou nao), nos sentimos Deus! (ou um com ele, algo assim, nao e?)
O problema e o saber? Passaremos desta adversidade? Ou sera dessa pra pior?

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Nao sei porque escrevi isso. Estou lendo Admiravel Mundo Novo. Leiam, ok?

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

UM filme

Eu vi Pecados Intimos outro dia. Um filme denso, forte e que, apesar de alguns pequenos defeitos, e bom mesmo. A la Beleza Americana.
Pior e que, depois de ver o filme, fiquei um pouco preocupada. Pensei Noia por causa do filme, claro.
Andei pelas ruas, olhando para os lados em pleno sabado a noite.
Desco a ultima rua pra chegar em casa. Um homem, de uns 38 anos, meio calvo e baixo, anda apressadamente atras de mim. Atenta, olho para trás com o ohar enviesado. Páro em frente a um barzinho e finjo que atravesso a rua. Ele passa por mim, apressadamente. O sujeito pára e espera atravessar a rua. Eu fico olhando-o, de longe. Ele atravessa a rua. Eu continuo, logo atras. Um 100 metros à frente, um ponto de ônibus. Ele pára no ponto, e eu continuo e passo por ele e penso agora já era, ele queria pegar o ônibus mesmo, tava viajando.
Olha para trás e, pasmem, ele continua, dessa vez logo atrás de mim. Paraliso de medo. Ele me vê parada e se esconde atrás de uma árvore. Congelo. Pego meu celular Pqp, meu celular quebrou hoje!
Fico parada. Ele, atrás da árvore. Volto para o boteco em frente ao ponto de ônibus.
Nos olhamos, na calada da noite. Ainda bem que uso lente e minha visão está ninja.
Fico em frente ao boteco, ele também. Ligo, do orelhão, a cobrar, pra minha irmã. E pra lembrar o número? No nervoso, nao lembrava como se ligava a cobrar.

Falo com ela e peço para ela me buscar. Minha irmã resmunga, não quer, mas diz que vai. O ônibus passa (só passa um ônibus nessa rua, então, se ele realmente estivesse esperando o ônibus, teria de pegar esse mesmo). Ele não pega o ônibus. Continua ali, parado.
Eu começo a cagar de medo e fico parada, ali. Estática.
Novamente passa o mesmo ônibus. Ele não o pega, de novo. Ligo pra minha irmã. Ela resmunga e diz que vem me buscar.

..................

Na terceira vez que o ônibus passa, ele o apanha. Realmente, fiquei com medo. Tremi na base.
Minha mãe disse que eu deveria ter gritado. Mas, me diz uma coisa...vivemos num mundo machista e, se até minha irmã achou que eu tava viajando (ele não fez nada...), quem vai acreditar em mim?
Pensei com meus botoes que talvez eu nao tivesse agido de acordo (voce deveria ter denunciado, gritado, sei la o que). Mas eu vi o quanto as pessoas nao se importam com voce nessa hora. Se eu tivesse deixado de desconfiar o minimo que fosse...nao sei se estaria aqui.
Pedir ajuda, eu pedi. Mas vai um conselho. Nao conte com as pessoas, principalmente se voce for mulher. Nessas horas, o machismo vem a tona. Senti vergonha de tudo - de viver em um pais em temos de desconfiar de todos, de viver em um mundo machista e hipocrita.
Vamos la, grite, esperneie. Mas nao na minha frente.

nem to a fim de postar hoje.
Ontem eu comprei a desgraca do ingresso pro Roger Waters - o olho da cara, mas enfim, eu tenho que ir ao show do meu Pink Floyd favorito (eu sei que ele e um chato, mas definitivamente e o meu favorito).
...........................

pior que eu tive de optar entre o show do Roger Waters e a formatura dos meus veteranos. Fiquei com a primeira opcao, obviamente. Mas vou pra minha formatura sem saber como e uma formatura.

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e vai ter show do Aerosmith em abril. Porque tantos shows bons em tao pouco tempo?
dia 13 de abril.

Pra completar os shows da minha vida e pra morrer feliz, eis aqui os shows que faltam eu ir

- The Cure
- David Bowie
- Weezer

Ta bom. So esses, ta?

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Eu vou eu vou

ontem eu tive uma estafa mental. Tava assistindo A passagem com o Ewan Macgregor e capotei (umas 8 e meia da noite). Ai acordei as 10 e meia da noite, vi BBB, li um pouco e dormi. Acordei de novo e entrei na net.

To a tres dias se lavar o cabelo, porque vou corta-lo hoje. Tadinho do cabeleireiro, vai ter que tirar o sebo do meu cabelo, da ate pra fritar ovo nele.

E ontem, depois de muitos meses, fui a feira. Eu so ia comprar os ingredientes pro tabule, mas comprei um monte de coisas e sujei meu pe com aquele liquido nojento que sai da ala da peixaria. Que nojo...meu pe ficou fedendo muito, e a barra da minha calca molhou tambem.

Eu sei que tudo ta escrito sem acento...mas to com preguica de configurar o pc da minha irma pra colocar acentuacao.

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Alguns pensamentos aleatorios

- estou com enxaqueca, todos os dias
- preciso urgentemente cortar o cabelo
- minhas ferias, que mal comecaram, estao acabando
- faz mais de uma semana que eu nao como macas...e estou surtando por isso
- queria ir a uma praia deserta bem no meu aniversario. Isso seria bom.

Sempre odiei fazer aniversario, ainda mais na era do celular, que as pessoas te acham. Mas sabe o que aconteceu? Meu celular quebrou! So recebe mensagens (que, por sinal, eu amo). Vou ficar assim um tempo - pelo menos ate passar meu aniversario que, ainda bem, cai no carnaval. Isso e bom porque, quando todos estiverem bebados, nem vao lembrar que estou fazendo 21 anos! (c******)

domingo, fevereiro 11, 2007

nao no final

Ontem eu vi tres filmes..Pecados Intimos, Manderlay e Amores Brutos.
Estava vendo Manderay na Marcela quando...durmo no ultimo capitulo! E nao sei o que acontece no final. Tem coisa pior?
Acordo, comecamos a ver Amores Brutos umas 4 da manha. Assisto, assisto....quando comeca a ultima historia...eu durmo de novo e perco o final de novo.
Cara, acordei pensando...o que aconteceu em Manderlay? Amores Brutos eu ja assisti, entao ja sei o final.
Pelo menos ja sei o que fazer nesse domingo cinzento.

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Senhas

Ja parou pra pensar que, antes da Internet, a gente so tinha basicamente a senha do banco (ou a do cofre, mas sei la, eu nunca tive cofre)?
Agora eu tenho que decorar, mais ou menos, umas cinco senhas. E eu sempre confundo qual senha corresponde a que.
Pra piorar, os povos do site ficam dizendo pra gente intercalar numeros com letras e, pra falar a verdade, odeio quando eles recomendam isso. Nao e porque eu nao as utilizo. Mas quem, quem, inventa uma senha facilmente decoravel com letras e numeros INTERCALADOS? Um saco, definitivamente. Pior...ainda pedem pra que a gente mude a senha periodicamente.
E vai esquecer uma senha. Ja era, se cadastra de novo, fornece um novo email (tenho tres contas) e novamente esquece a senha, recebe aquela dica idiota que nunca ajuda em nada (como eles querem uma dica de email com letras e numeros?).
Sei la por que fiquei pensando nisso. Na verdade, acho que foi porque eu queria poder anotar minhas senhas (ai o site, impositivo, vai dizer algo como ta louco? isso nao pode! ja pensou se alguem pega esse papel, bla bla bla).

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

The dark side


Hum...meu tio me disse que eu me interesso pelo "lado escuro" das coisas. Na hora me lembrei de minha banda favorita - Pink Floyd, pra quem ainda não percebeu.

E hoje devorei o livro "The Dark Side of the Moon - os bastidores da obra-prima de Pink Floyd". O livro é muito bom, extremamente jornalístico (claro, foi elaborado por um) e cheio de declarações um tanto curiosas. Acho que quem só conhece "Money" não vai se interessar muito pelo livro. E, até mesmo quem se diz entendido no assunto vai ler coisas surpreendentes.

De qualquer maneira, na verdade fiquei um pouco frustrada de ler o livro tão rápido. Porque alguém, acho que um escritor famoso, disse que devemos ler calmamente, contemplando cada palavra, cada frase. Porque, provavelmente, nunca mais leremos o livro. E é isso que me faz desgostar de livros: ao contrário de cds e filmes (nessa ordem), temos muito menos tempo para reler algo e muita necessidade de ler outras coisas - sei lá, acho que, pela idade, existem muito mais coisas (importantes) a serem lidas do que ouvidas e assistidas.

E o tempo para isso...sei lá se temos.

Mas foi bom ter o livro, porque esses dois dias estão, de alguma maneira, me deixando meio deprimida. Tem um bombardeamento de coisas e idéias na minha cabeça - isso que eu to de férias. Isso me frustra: estou de férias, mas cheia de coisas a fazer e resolver.

Voltando ao Pink Floyd, devo afirmar que, mesmo após a leitura do livro, a ordem dos meus albuns favoritos da banda são:

- The Wall

- Dark Side

- Meddle

- Animals

- Wish you were here

- Obscured by clouds

- Ummagunma (não tenho certeza se escreve assim)

- Live at pompeii


*agradeço à Luisa e a seu pai pelos cds

*agradeço à Mari por ter feito eu conhecer a banda

*agradeço ao Danilo por ter me emprestado o Dark Side

*agradeço à Lets pela sessão Magico de Oz mais Dark Side

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Meu relógio


Hoje eu tomei uma grande decisão em minha vida: comprei o ingresso pro Placebo! Juro, nem acredito. Na verdade eu nem gosto de ficar falando porque, na real, odeio quando os outros ficam dizendo: "nossa, foi no show disso, daquilo, ja comprei o do outro la". Odeio mesmo, então, prefiro não ficar comentando.

Mas eu amo Placebo. Cara, uma banda que ouço desde os 13 anos e que gosto muito, muito mesmo. E quem tá lendo e se irritando..sinto muito, mas estou muito empolgada para me ponderar sobre os meus sentimentos.

Mudando de assunto, hoje também fui tentar comprar o ingresso pro Teatro Mágico, mas não consegui, tem que comprar na hora. Acho que não vou conhecer esse fenômeno porque nem estou a fim de pegar fila. Compensa mesmo?

Hum...mas meu dia foi bem especial hoje, porque, além de eu andar feito uma camela do deserto de All Star junto com o meu namorado, consertei o melhor relógio que já tive: meu Casio! Ele tava fuleira, sujo, sem bateria. Mas troquei tudo e ele ficou como novo. Estou bem feliz. O mais engraçado é que o Alberto (hahaha) ia comprar um relógio pra mim de aniversário. Eu queria muito um relógio, mas eu uso o mesmo até entrar em frangalhos...então não compensa né....

domingo, fevereiro 04, 2007

Confessionario de Duvidas

Eu tenho que admitir uma coisa...agora que estou visitando sites de tutoriais, vejo que tenho umas duvidas, digamos...no cerne da questao. Estou com vergonha de admitir certas coisas, pois tem esquemas mais avancadaos que eu ate entendo, e outras ridiculas que nao sei ainda (obviamente nao irei perguntar no webtutorial, porque serei expulsa do ambiente dos academicos da internet).
Pois entao, ai vao as admissoes/
- eu nao sei o que significa Java. O que é Java...(essa droga de teclado nao tem interrogaçao)
- como funciona, exatamente, o Outlook...
- pra que que serve o Notepad...
- o que é, exatamente, o arquivo dll...

tenho mais duvidas, mas esse teclado de m%%¨$#$# nao me permite pensar.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Minhas férias

Bem ao estilo da terceira série. Na verdade, hoje é o meu primeiro dia de férias. Eu as declarei ontem, logo após a entrega do relatório da Fapesp. A sensação de terminar algo que deu MUITO trabalho e noites mal dormidas é excepcional. Pela primeira vez eu senti que realmente me esforcei, me matei e que eu merecia. Nem no vestibular eu me senti assim.
...................
Após a entrega do relatório, eu e minha irmã corremos para pegar o ônibus para São Manuel. Depois de viajar sete horas (numa viagem que, de carro, duraria no máximo duas horas e meia), trocar de ônibus três vezes e comer meio sanduíche de frango com catupiry, cheguei em Taquarituba.
O bafo e o cheiro do interior característico me relembraram os velhos tempos. De qualquer maneira, hoje, depois de dois meses, andei de carro. As ruas cheias de valetas não foram suficientes para me assustar: andei até na estrada. Cara, descobri que dirigir é uma das coisas mais divertidas, pois temos controle sobre (quase) tudo.
Depois fiquei com tendinite de tanto jogar videogame - Crash 2, o único que me vicia e que me faz sentir uma criança tosca.
Comi esfilha, sorvete (do interior, cheio de calda), pêras suculentas e tomei água mineral.
Isso vai durar pouco, eu sei. Em menos de um mês estarei estudando feito uma camela, preparando o TCC...Mas sem lamentações, porque eu tenho pelo menos duas semanas pra fazer o que quiser.

terça-feira, janeiro 30, 2007

INTERIORRRRR

Amanhã eu vou para Taquarituba!!!elaiaaa
Fim do mundo: vou tomar sorvete, andar de carro, jogar play 2 e ler o que eu quiser!!!! olaia vida boa!
Detalhe: vou comer queijo porunga e linguiça caseira (sem registro na vigilância sanitária)
é de taquarituba diretamente para o hospital com solitária!
como é bom ir para o interiorrrr (se bem que moro "no coração" do Estado)...
mas 20 mil é demais!

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Pedido

Como assim...
quero saber quais as datas corretas para os shows do Roger Water e do Placebo! é um bando de informações desencontradas...

só vi o show do Brian Adams confirmado! Ah não!
Por favor, preciso saber que dia começam as vendas...

Hum...depois de fazer uma mega faxina em casa, de chover até acabar a luz e de ficar o dia todo enfurnada em frente ao computador...preciso de férias!
até sonhei que estava lendo o livro do Pink Floyd, que estava sem fazer nada! Que maravilha! Isso que é vida!

Já tô ouvindo o cantos dos pássaros...(se bem que eu ouço um sabiá aqui o dia todo) a brisa do mar...e tudo que uma boa férias pede...

ah nãoooo tem matéria do contexto!!!

domingo, janeiro 28, 2007

Sozinha de novo

Todo mundo foi embora de Bauru, então estou basicamente sozinha por aqui. O meu maior medo não são os espíritos ou os ladrões - e sim de...insetos! Parece que só porque eu estou aqui sozinha que eles brotam aos montes - especialmente as baratas, que estou vendo todos os dias aqui em casa. Isso só não é pior do que as formigas (de todos os tamanhos) que surgem aqui durante a noite. É por isso que estou dormindo e acordando mais cedo - não quero me deparar com os bichos de hábitos noturnos, pois são os mais nojentos e assustadores...

Mudando totalmente de assunto: meu grupo de pesquisa saiu em três capas dos jornais de Penápolis! hahahaha ri demais!

www.jornalinterior.com.br
www.diariodepenapolis.com.br/
www.regionalplis.com.br/site/leitor.php

terça-feira, janeiro 23, 2007

O calango


CALANGO (Tropidurus torquatus)

  • Origem: América do Sul.
  • Tamanho: entre 25 e 30 cm.
  • Hábitos: diurnos e semi-arborícolas.
  • Terrário: espaçoso (100 x 50 x 50 cm), com cascas de árvores, pedras e troncos. Pouca umidade (20 %) e
    temperatura entre 28 e 30 ºC.
  • Reprodução: ovíparo.
  • Manuseio: aceitam bem, desde que acostumados desde filhotes.

Não sabia que eu poderia manusear o bicho que está morando aqui na minha rep. Ele insiste em entrar em casa e me assustar todos os dias. É feio demais - apesar de eu não ter medo do bicho. Daqui a pouco vou adota-lo e fornecer frutas e legumes - segundo o site, o calango se alimenta inclusive dessas iguarias culinárias.

Não é porque eu sou de São Paulo não...

...que eu não sabia o que era calango
...que eu não pegava carona
...que eu nunca tinha comido churros
...que eu nunca tinha ido em festa de república
...que eu não sabia dirigir
...que eu não sabia o que era "baile do hawai"

domingo, janeiro 21, 2007

walk like an egiptian